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  • O Agente - Capítulo 4

                

    Gisele Alencar 

    Deveria ter sido suficiente o que fizemos no carro, apenas sexo ensandecido e nada mais. Eu já tinha conseguido esfregar minha vingança na cara de Erica e tudo que deveria fazer era agradecer ao Leonardo pelos momentos que desfrutamos e ir embora. 

    Mas eu não encontrei forças para me afastar e ir embora. Eu tinha chegado perto de conseguir entender o que um viciado sentia ao provar uma droga potente. Eu tinha me viciado nele a primeira dose e queria mais.

    Estava indo contra tudo que tinha afirmado essa noite. E brigava com o que desejava e minha consciência me acusando. 

    — O que foi? — a voz dele sobressaiu sobre a música tocando no rádio do carro e ele desviou a mão da direção para tocar a minha. 

    Foi um gesto rápido, mas de alguma forma teve um efeito calmante sobre mim. 

    — O quê? — indaguei em meio a minha confusão mental.

    — Você ficou tensa. 


    Como um estranho em tão pouco tempo conseguia ver essas pequenas nuances em mim? Eu precisava ser bem clara com Brian sobre o que estava sentindo ou queria, e muitas vezes isso o deixava tão aborrecido que até que parei de falar. 

    — É só que... — como dizer para ele que não fazia a linha garota fácil quando estava agindo exatamente assim? 

    O carro parou no sinal e ele virou um pouco de lado para olhar para mim.

    — Eu não sou um moleque — disse ele — Somos dois adultos que tiveram um momento incrível e desejam terminar a noite assim. Não uso rótulos. 

     E de novo ele parecia me entender muito bem. 

     Além disso, não tem nada de mais uma mulher interessante sair com um cara lindo e trepar feito uma maluca. 

    Chocada, minha boca abriu e fechou algumas vezes até perceber pelo seu sorriso que ele estava me provocando. 

    Eu realmente não era assim. Não tão ousada, principalmente com um desconhecido. E até antes de trocar as primeiras palavras com ele no bar, tinha acreditado que ele fosse gay ou um garoto de programa com quem poderia fazer um acordo, em que ambos sairíamos favorecidos. Mas eu tinha acabado transando mesmo feito uma louca em seu carro, seguindo sabe lá Deus para onde. E ao invés de estar em pânico me vi sorrindo. 

    O sinal voltou a abrir e Leonardo voltou sua atenção para avenida. 

    — Relaxa Gisele — murmurou, tocando minha mão de leve mais uma vez — Vai precisar disso.

    O sorriso convencido me fez remexer no assento e insinuação me deixou abalada. Pode parecer absurdo, mas tinha sido muito mais do que sexo para mim. Eu nunca me senti tão eu mesma. Leonardo fez com que eu olhasse para partes em mim que por muito tempo estiveram escondidas.  E de certa forma, isso me assustava. A intensidade de tudo isso me assustada. 

    Ele era intenso. E a sua amplitude me consumia como folha de seda jogada sobre o fogo. Ele ia do quente e selvagem ao atencioso em uma velocidade muito rápida. A razão me dizia que eu agia perigosamente, mas a emoção me empurrava em direção a ele. E por uma única vez em minha vida, queria me deixar levar e me entregar ao que prometia ser a noite mais intensa que já tive na vida. 

    ***

     Por sorte, a música foi responsável por preencher o silêncio dentro do carro. Mandei algumas mensagens para Luana exigindo que ela aceitasse que Gustavo — um dos nossos amigos, com quem estava trocado um amassos — a levasse em casa quando decidisse ir embora. 

     No restante do caminho eu me concentrei em observar Leonardo e na música que tocava. O transito estava quase livre e um pouco mais de meia hora depois estávamos em frente a um prédio em um bairro de classe média. Fiquei relativamente surpresa quando ele abriu a porta para que saísse do carro. Esperava que nós acabássemos parando em um quarto de motel. 

     Não tive muito tempo para olhar em volta e nem de apreciar o apartamento dele. Desde que saímos do carro e pegamos o elevador, tinha as mãos e boca de Leonardo em mim, quase que por toda a parte. Assim que entramos e em questão de segundos, nossas roupas voaram em todas as direções, enquanto nos arrastávamos até o quarto. 

    Vendo-o nu, eu não sabia dizer o que desejava mais: admirar a tatuagem que começava em seu braço, passando pelo peito musculoso, terminando nas costas, ou se, implorava para que me levasse rapidamente para a cama. 

    O desejo incontrolável explodindo nos olhos dele decidiu por nós dois. Ele me ergueu em seus braços e me jogou suavemente sobre o colchão, pressionando os lábios nos meus. Beijando-me até que precisasse de ar para respirar.

    — Um segundo — disse ofegante, ao se afastar — Tem outra coisa que eu quero muito fazer.

    Com algo bem próximo a frustração, eu observei Leonardo caminhar até o guarda-roupa. Ele vasculhou entre as gavetas e retornou com algo metálico em suas mãos. 

    — Sempre me dá grande prazer algemar uma bandida bonita... — ele sorriu lascivamente.

    Não entendi o que ele quis dizer com aquilo, provavelmente era um desses fetiches estranhos que alguns homens costumam ter. E Leonardo tirava a minha capacidade de raciocinar coerentemente. Eu só pensava, desejava e respirava ele. Sei que deveria agir com mais prudência e não me deixar afetar dessa forma.  Afinal, nada sabia sobre ele. Mas sentia exatamente o oposto. Havia algum tipo de ligação acontecendo entre nós. Algo que nunca senti por ninguém. 

    — Corrigindo... — ele se arrastou de joelhos na cama, seu corpo encaixado entre as minhas pernas — você é a única mulher que me faz querer acorrentar em minha cama. 

    Ele pegou o meu pulso. Acariciou como tinha feito antes na casa noturna, mas dessa vez, depositou um beijo e mordeu suavemente, sem desviar os olhos dos meus. 

    Leonardo prendeu meu outro pulso na algema e a mesma contra a grade de ferro. Com os braços estendidos e imobilizados, estava completamente à mercê dele. Entregue ao que ele desejasse fazer com meu corpo. Ao mesmo tempo, nunca me senti tão feminina e poderosa.

    Seus olhos quentes como brasa me acariciaram ao invés de suas mãos. Eu sentia cada parte minha se acender. Mas foi o sorriso pecaminoso que me fazia implorar por ter sua boca de volta a minha. 

    — Me beija — pedi em um tom urgente que o fez sorrir perversamente dessa vez.

    Ele queria me provocar. Elevar meus sentidos. 

    — Não! — rejeitou categoricamente meu pedido, passando o indicador pelos meus lábios. 

    Enfiou o dedo em minha boca e aguardou que eu devorasse. Ele fazia movimentos sensuais com o dedo em minha boca. Senti meu interior convulsionar e eu voltava a ficar úmida. Ainda com seu dedo fodendo a minha boca, ele deslizou a língua pelo meu pescoço, ombros e acariciou o bico dos meus seios, chupou um, depois o outro. Prendia o seio com a mão e se fartava com o bico do outro com a boca. 

    Eu tinha descargas elétricas partindo em diversos pontos do meu corpo. Tentei flexionar as minhas pernas, juntando as coxas em busca de alivio, mas o corpo de Leonardo me impedia. 

    Ele liberou minha boca e me encarou com olhar profundo.  Levou o dedo úmido até o meu clitóris, o toque mesmo que delicado, fez minha visão deturpar. Eu tinha cada parte minha sensível ao seu toque. E quando Leonardo começou a circular o dedo molhado nesse pequeno ponto tangível, gemi enlouquecidamente.

    Suas mãos agarram minhas coxas e ele abriu ainda mais as minhas pernas. E quando se curvou entre elas, a pontinha da língua batendo no ponto nervoso cresceu com suas caricias atordoantes. Sua boca chupando meu clitóris com uma habilidade que me deixava fora de mim. 

    — Leonardo... — gemi o seu nome, minha respiração começando a ofegar. 

    Eu queria dizer tantas coisas. As palavras fugiam da minha cabeça e eu era um rio correndo de sensações prazerosas. 

    Tentei puxar a algema. Queria tocar os cabelos dele, qualquer parte dele, mas tudo que fui capaz de fazer foi jogar minha cabeça para trás e continuar a gemer. Eu estava prestes a gozar mais uma vez. As pequenas ondas que vinham crescendo, a cada chupada mais forte ou caricia precisa de sua língua me deixava mais perto do orgasmo. 

    Contudo, o desgraçado sabia o momento exato que iria explodir e recuava. A tortura seguiu por minutos intermináveis. 

    — Me deixa gozar, Leo — implorei sem nenhum tipo de pudor. 

    Se eu tivesse com as mãos soltas teria tocado o nervo rígido e sensível que me faria explodir. Mas era ele a controlar cada partícula em mim que acendia. Não sabia se era meu corpo convulsionando que dava os sinais a ele ou se eram meus gemidos a guia-lo. Ele parava e recomeçava no ponto certo, levando-me ao limite. Era uma tortura prazerosa que desejava que tivesse e não tivesse fim. Ergui a cabeça e tentei encará-lo através de meu olhar distorcido.

    — Leo... — tremi outra vez quando ele chupou ao mesmo tempo em que seus dedos escorregavam para dentro de mim. Mordi meu braço e outro gemido escapou da minha garganta.

      Ele acariciou a parede rugosa dentro de mim. Encontrando o ponto exato que me proporcionava um imenso prazer. Tudo o que eu conseguia fazer era me concentrar no que Leonardo fazia comigo. Ele parecia conhecer cada pedacinho do meu corpo. Como, quando e onde deveria tocar, seja com os dedos ou sua língua impiedosa. 

    — Por favor... — pranteei fechando meus olhos — Eu não consigo mais.

    Mesmo que ele quisesse ser o dono dos meus sentidos, eu achava que não tinha mais forças para suportar. Gozei intensamente na boca e nos dedos de Leonardo. Achei ter deixado meu corpo por um ou dois segundos e ainda estava languida quando ele abriu a algema libertando meus braços. 

    Ele beijou meus cabelos e esfregou o nariz pelo meu pescoço. Invadiu minha boca com sua língua. Senti meu gosto em seus lábios. Era excitante. De torridamente apaixonado, ele mudou para gentil e tornou a ser apaixonado mais uma vez. 

    — Quero meu pau nessa boca gostosa — grunhiu ele.

    Seus dedos emaranharam em meu cabelo e minha cabeça foi levemente afastada para trás. Eu mal tinha forças para me movimentar, mas consegui deslizar no colchão ficando de joelhos entre suas pernas. 

    Engoli em seco ao observar seu pau enrijecido. Não sei se estava surpresa por ele ter entrado em mim ou se duvidava que pudesse caber em minha boca. Mas eu queria dar o mesmo prazer que Leonardo tinha me proporcionado. Eu não era o que podia ser chamada de selvagem na cama. Sexo com antigos relacionamentos e Brian foi bom, mas sempre considerei normal. Não era certo trazer a memória de outros homens para cama, mas eu não conseguia deixar de comparar. Com Leonardo eu me sentia felina, sedutora e sensual, como eu nunca imaginei ser. 

    O que havia nesse homem que me desprendia de todas as inibições? Como ele podia chegar tão fundo em mim, se pouco, na verdade nada, sabíamos um do outro. 

    — Gisele... — ele passou a mão pelo meu rosto, olhando-me atentamente — Foda o meu pau!

    Ele também era seco. 

    Dizia as mais diversas perversidades com a naturalidade de quem declama um poema. Era sujo, mas era ao mesmo tempo certo e natural, combinava com ele. Talvez porque agora eu compreendia que sexo deveria ser assim mesmo. Sujo e quente. 

    Coloquei um sorriso concupiscente no rosto toquei o seu pau. Lambi o fluído pré-sémen, enquanto observava com mais atenção. A glande era grossa, e o tom rosa ia clareando até a base. Nunca fui do tipo que admirou essa parte do corpo masculino, mas isso em Leonardo era excitante. 

    Deslizei meus dedos da ponta umedecida até a base e voltei a repetir o movimento com um pouco mais de velocidade. Leonardo enrijeceu a mandíbula e impulsionou o quadril para frente. 

    — Na boca, Gisele! — Ele exigiu com um olhar ardente. 

    Voltei a passar a língua acariciando a ponta e deslizei seu pau para dentro da minha boca. Leonardo cravou as mãos em meus cabelos, mas deixou que eu tivesse meu ritmo. Ele não empurrava minha cabeça ou forçava seu pau para a minha garganta como alguns homens irritantemente faziam. Então, eu dei o melhor de mim. Engolindo o máximo que eu podia e quando chegava ao ponto de me engasgar, usava meus lábios e língua para fazer pressão na medida certa.

    — Ahhh... porra! — Sua mão tremeu em meu cabelo e eu senti minha excitação voltar — Delicia, pequena. 

    Devo confessar que sexo oral nem sempre era divertido para mim, mas Leonardo fazia com que parecesse diferente. Ele era impetuoso e me exigia a mesma intensidade. É como se existissem duas de mim em um único corpo. Comecei a chupá-lo como se eu fosse uma estrela pornô. Bom, pelo menos do jeito que eu achava que uma rainha pornô faria. 

    — Não... pare... pare, querida — ele me afastou e me jogou de costas na cama — Quero gozar fodendo essa boceta. 

    Abri minhas pernas sem nenhum tipo de constrangimento, enquanto ele pegava o preservativo e o colocava. Fechei os olhos embriagada quando em uma estocada dura, Leonardo me invadiu. Eu estava ainda mais molhada e quando ele começou a bombear para dentro e fora de mim, e me contorcia de tão prazeroso que estava. Eu oscilava entre o desejo de que isso continuasse para sempre ou que ele me levasse a um orgasmo logo. 

    Leonardo agarrou minhas mãos levando acima da minha cabeça, usava o quadril para impulsionar para dentro e fora de mim. Ofegante, acompanhava seu ritmo buscando o prazer de forma desenfreada. 

    — Quem é você? — ele indagou, os olhos intensos fixados nos meus — O que está fazendo comigo, garota? 

    As sensações vinham gigantescas para que conseguisse formular alguma resposta, se é que eu tinha alguma. Sentia que meu prazer impulsionava o dele. E quando Leonardo me beijou e me tomou mais uma vez, com irrefreável paixão e magnitude, soube pela primeira vez como era me sentir completa. 

    Um sorriso languido começou a formar em meu rosto.

    — Eu disse que você estaria sorrindo — acusou ele, todo orgulhoso de si mesmo.

    Eu não podia me ressentir com a demonstração de arrogância masculina, mas ele tinha mesmo levado um sorriso aos meus lábios. 

    Um sorriso e muito mais. 

    ***

    Despertei um pouco sobressaltada, confusa, e com a claridade do início da manhã batendo em meu rosto. Levou um instante para me situar de onde estava. Com quem. E o que havia feito nas últimas horas. 

    Afastei os cabelos do rosto e esfreguei meus olhos cansados e irritados para conseguir observar melhor o homem ressoando ao meu lado. Ele tinha a cabeça apoiada no antebraço direito, o mesmo braço que tinha as tatuagens se ampliando no peito nu, algumas eram desenhos tribais e pequenos escritos em mandarim. O braço esquerdo estava pousado em minha cintura e o lençol mal cobria o restante de suas pernas. 

    Senti minha face arder e o centro entre minhas pernas formigarem quando recordei tudo que Leonardo e eu fizemos. 

    Sua imagem dormindo era puramente sexy e proporcionaria uma bela pintura a um artista talentoso, o que não era o meu caso. Mas eu podia eternizar o que via, sem contar apenas com a ajuda da minha memória. Apenas uma foto em que guardasse a imagem do homem que tinha proporcionado a mim, uma das melhores e eróticas noites da minha vida. 

    Com cuidado consegui me erguer e afastar o braço dele. Meu celular, assim como minha bolsa e roupas estavam jogados em alguma parte entre a sala e o corredor e eu fui à caça deles. Deslizei pela cama e coloquei meus pés sobre o piso gelado. Estremeci ao ficar em pé e dei uma espiada rápida pelo quarto. 

    O colchão box vinho e branco cobria toda a estrutura da cama, instalada no canto esquerdo do quarto. O guarda roupa era todo branco com um espelho central. Olhei para minha imagem refletida nele. Estava com os cabelos desalinhados e marcas pelo corpo. Marcas que Leonardo deixou ao me tocar ou segurar com mais paixão.   

    Eu também tinha os lábios levemente inchados e um olhar gazeado, após a noite intensa. Contudo, ao me olhar no espelho, eu me sentia linda. Como uma felina ao despertar. Eu nunca tive esse lado sensual despertado com tanta intensidade. 

    E Leonardo, alguém que eu só conhecia o primeiro nome e tinha certa ideia de onde morava fazia essa parte em mim, despertar rapidamente. 

    De qualquer maneira, isso não deveria importar agora. Eu não podia levar isso adiante. Ver isso mais do que havia sido, uma noite inesquecível e prazerosa. Minha vida estava uma verdadeira confusão. Uma confusão criada pelo meu pai e que arrastava a mim e a minha mãe junto com ele. 

    Eu tinha retornado ao Brasil em busca da verdade. Saber se papai era inocente ou realmente culpado pelos crimes que estava sendo ligado. Não era justo arrastar qualquer pessoa para essa lama e desordem que poderia se transformar a minha vida. 

    E não queria mostrar mais de mim do que já havia feito. Era perigoso. Leonardo carregava um perigo que cedo ou tarde se voltaria contra mim, se continuasse a baixar minha guarda como estava fazendo. 

    Coloquei o vestido a calcinha e joguei o sutiã dentro da bolsa. Reuni minhas coisas rapidamente e retornei para o quarto. Tirei duas fotos dele. Uma apenas do rosto adormecido e de tirar o fôlego. Afastei um pouco da cama e tirei outra de corpo inteiro. 

    Não achei certo fugir sem dizer nada, então peguei uma caneta e um panfleto que tinha na bolsa para deixar um bilhete de despedida. Coloquei a mensagem no lado vazio da cama e não resisti à tentação de passar os meus dedos suavemente nos cabelos dele, que agora estavam soltos cobrindo uma parte do rosto. Fios macios, até os ombros e um pouco enrolados nas pontas. Eram de um castanho bonito. Na boate pensei que fossem quase pretos, mas era porque estavam presos e a havia pouca luz. 

    Passei novamente os dedos pelas mechas. O canto de seus lábios inclinou quase em um sorriso, como se ele apreciasse muito o meu toque. Foi muito difícil me afastar e dar o último olhar de adeus, mas eu precisava ir. 

    Caminhei como se sapatos de concretos tivessem sido colocados em meus pés. Cheguei ao elevador e olhei através das portas que começavam a se fechar. Desejando com todo meu coração que Leonardo surgisse para me impedir de ir embora. 

    As portas fecharam e quando cheguei à rua, meus olhos ardiam. Sentia que tinha deixado algo muito importante para trás. Alguém que em apenas uma noite havia me mudado para sempre.

    ** Não esqueçam de votar e se curtiu deixa seu comentário, vou amar saber sua opinião.

    6 comentários :

    1. estou amando.... ansiosa pelo próximo cap. bjs Beth

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      1. Lana, fico muito feliz. Eu gosto muito desse livro.

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    2. Estou amando cada capítulo😍...você é top Elizabeth 👏👏

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      1. Eli, fico muito feliz que esteja gostando. ❤️❤️❤️

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    3. Estou amando ler cada capítulo, você está arrasando! ��������

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      1. Obrigada amor, espero que Leonardo conquiste ainda mais você ❤️

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