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  • O Agente - Capítulo 3


    Leonardo Ventura

    Respondi ao meme que Henrique tinha enviado sobre mim pelo WhatsApp, com um grande: Foda-se! 

    Nada tinha dado muito certo essa noite. Tirar a barba realmente tinha contribuído para uma entrada mais discreta no Casarão, contudo, não foi o suficiente para me manter incógnito por muito tempo. A primeira pessoa desagradável que cruzei foi Erica, que tentou puxar assunto e insinuar uma conversa em um local mais intimo. 

    É claro que eu dei um belo sorriso e uma dispensa que a deixou lívida. Mulheres como ela não aceitavam ser descartadas facilmente. Homens como eu não via problema algum em se livrar de víboras traiçoeiras e mentirosas como ela, mesmo sendo muito gostosa. 

    Depois disso e após a primeira mulher me reconheceu, fez todas as outras virem como um enxame de abelhas. Por incrível que pareça, levei quase metade da noite para tentar chegar ao bar. E já estava pensando em desistir da minha noitada fracassada quando recebi a mensagem de Henrique, depois de responder sua provocação, percebi que uma garota um tanto irritada parou ao meu lado. 

    Guardei o telefone no bolso da calça e a olhei com curiosidade. Ela parecia inquieta mexendo sua bebida para lá e para cá no balcão. Assim como as outras mulheres que tinham se aproximado, era bonita. Não no estilo, gostosona. Estava mais para curvilínea. Usava um vestido preto e bem curto, estaria beirando a indecência, mas por não ser tão voluptuosa ficava mais para sensual do que vulgar.  

    E ela tinha belas pernas, não pude deixar de notar ao passar o olhar rapidamente por ela. 

    — Uma noite ruim? — puxei assunto. 

    Diferente das outras mulheres, não me deu um olhar sedutor carregado de malicias e várias intenções implícitas. Ela parecia mesmo aborrecida ou entediada de estar aqui.

    — Uma noite complicada para ser honesta — disse ela — Na verdade, nem sei o que vim fazer aqui. Eu sabia que não seria uma boa ideia. 

    Eu podia compreender, me perguntava a mesma coisa. Havia a música, a bebida, pessoas dançando e se agarrando em cada canto possível. Eu deveria estar aproveitando a noite em um dos lugares mais badalados e agitados da cidade, na companhia de uma das dessas dezenas de garotas praticamente pulando em meu colo, mas eu só conseguia me sentir entediado e aborrecido. 

    — Você não costuma vir aqui. 

    O barman apontou para minha garrafa de cerveja vazia, mas dispensei a oferta de que me servisse outra.

    — Eu nunca a vi. 

    — É a primeira vez — ela sorriu, e, por algum motivo, o sorriso nada afetado e bastante sincero me cativou — Estive fora. Estudando. Cheguei essa semana e praticamente fui arrastada até aqui por uma amiga.

    Agora fazia sentido. O fato de não se esforçar muito para chamar minha atenção. Ela não tinha a mínima ideia de quem eu era. 

    Ela parou de falar quando confundiu meu silêncio e olhar atento ao que dizia, com a possibilidade de que eu achasse que estivesse monopolizava a conversa. E quando desviou o olhar para tomar mais um gole de sua bebida, aproveitei para olha-la um pouco mais. Como não olhei para nenhuma mulher essa noite. 

    Apreciei desde o rosto delicado aos cabelos escuros presos em um rabo de cavalo, que batia nas costas quando se movia. O corpo como já havia averiguado antes, era mignon no vestidinho sexy. Geralmente eu não olhava às estilos menininhas, mas essa tinha uma mistura de inocência e sensualidade. 

    Fiquei deliciado quando percebi suas bochechas corarem com meu olhar mais intenso. Isso causou algo em mim. Não partia para cima das tímidas. Geralmente eram mais românticas. E romantismo não era algo que procurava. Mas essa garota... Essa garota me fazia sentir algo bem próximo da euforia que eu tinha vindo buscar aqui hoje. 

    — Eu sou o Leonardo — viro um pouco mais de lado, fincando de frente a ela, podendo assim, observá-la melhor.

    Deslizo minha mão pelo balcão até alcançar os seus dedos, entrelaçando-os nos meus.

    — Gisele — ela responde, aceitando meu toque em sua mão.

    Pequena e suave desaparecendo na minha. Sinto algo calor me percorrer com o toque. Vejo que sua mão está um pouco gelada, apesar de o local estar quente como o inferno. 

    Os pelos do braço arrepiam um pouco e me perguntava se sou eu a causar esse efeito. Frio e calor. Apenas sei o que ela me causa.

    Soltamos a mão ao mesmo tempo. Imaginação minha ou tivemos uma dessas reações que nem a física consegue explicar? 

    Foi como pura eletricidade correndo através dos nossos corpos. Vendo como ela reagiu, e a forma que desvia o olhar para o copo, e que encarava fixamente, tenho a certeza que não foi fruto apenas da minha imaginação. 

    Algo tinha rolado.

    Fui pego de surpresa com esse pensamento. Eu realmente não esperava por isso. E enquanto ela degusta de sua bebida, tento avaliar que merda tinha sido tudo isso. 

    Olhei para Gisele no exato momento que segurou o canudo e levou a boca. Ela passou a língua nos lábios para limpar as gotículas de bebidas que havia ficado. Esse era um jogo tão manjado, mas conseguiu o efeito que ela desejava. Nenhum homem conseguia ver uma mulher com um objeto na boca sem instantaneamente imaginar que no lugar poderia ser o seu pau. 

    Outro fator que me mantinha ligado nela era que o interesse/desinteressado estava me atraindo como um imã. Os homens eram criaturas óbvias demais.  Ou talvez eu fosse obvio demais, pois bastava me ver frente a um desafio que o aceitava. 

    — Bem, Gisele... — me aproximei um pouco mais — o que tem tirado o sorriso do seu rosto essa noite?

    Encurtei um pouco mais a distância entre nós. Tão próximos que apenas uma lufada de ar conseguiria passar. 

    — Ou melhor... — eu me curvo para sussurrar em seu ouvido, mas cálculo mal o movimento e isso faz com que meu rosto resvalasse levemente contra o dela. 

    Sinto o perfume adocicado e ele norteou meus sentidos por dois ou três segundos. Resisti à vontade de continuar a esfregar o meu rosto contra sua pele macia até chegar ao seu pescoço delicado para averiguar se tinha mesma textura e calor que o rosto me proporcionava.  

    — O que eu posso fazer para trazê-lo de volta? — minha voz soou mais rouca do que o habitual, isso era o efeito de Gisele sobre mim. 

    Deslizo minha mão lentamente pelo seu braço. Seu peito balançou levemente como se ela buscasse ar. Eu também me sentia sem ar e era intrigante que eu reagisse a ela tão tempestuosamente. Gisele deveria ser só mais uma garota bonita com quem eu havia cruzado na boate lotada.  No entanto, havia alguma coisa nela que me deixava cada vez mais intrigado. Ela era diferente e eu queria saber o porquê me atraia tanto.

    — O que você sugere? — instigou ela.

    Afastei-me o suficiente para encarar o olhar desafiador.

     — Eu começaria com uma dança... — abri um sorriso que não deixava dúvidas do que eu pretendia realmente — Ouvi dizer que dançar com alguém pode ser muito mais íntimo do que o próprio sexo. 

    Ela mordeu o lábio e desejei cravar os meus dentes nele. Ter meus dentes e boca não apenas nos lábios, mas em cada canto atraente que eu pudesse alcançar. 

    — Eu pensei ter entendido que queria ouvir meus risos — tornou a passar a língua rapidamente nos lábios e eu senti inveja desse pedaço atrevido por um instante — E não sobre gemidos ou algo semelhante. 

    Sem que eu conseguisse evitar, um sorriso divertido veio ao meu rosto. Eu gostava da garota. 

    — Acho que eu posso garantir as duas coisas... — deslizei a mão da sua cintura até próximo à curva dos seios — Antes que a noite termine, garanto que terá os dois. Por agora, vamos apenas dançar. 

    Embora possa ter soado bastante arrogante, e talvez eu fosse um pouco assim, Gisele não protestou quando a conduzi até a pista de dança. Passamos a nos comunicando através dos olhares olhos. Sendo conduzidos pela atração que nenhum de nós dois poderia negar. 

    ***

    Quando chegamos à pista, tocava uma música lenta e romântica. Antes de colocar Gisele colada ao meu corpo, eu pude notar alguns olhares sobre nós dois, em sua maioria olhares femininos, mas sinceramente eu só tinha atenção para a jovem intrigante e misteriosa em meus braços. 

    No jeito que se encaixou perfeitamente em mim, como se fossemos moldados um ao outro. O topo da cabeça apoiada em meu queixo, e eu podia sentir o perfume que vinha dos cabelos dela. 

    Doce e suave. Tudo nela parecia assim. Suave, delicado e sensual.

    Movíamo-nos sincronizados, onde começa um, terminava o outro. 

    Então a música mudou para uma batida mais sensual. Eu a puxei para mais perto, se é que era possível. Cravei as mãos em sua cintura, ditando os movimentos da dança, indecente, quase que em ato sexual. Deslizávamos nossos corpos um no outro como se tentássemos nos conhecer nesses pequenos gestos.

    Virei-a de costas para mim na troca de batida da música, segurando-a firme. Meu pau raspando contra sua bunda redonda e macia, que como o restante de seu corpo, deixava-me louco. 

    O traseiro redondo esfregando-se contra meu pau. Toquei seu pescoço com a minha língua e desci meus dedos pelo decote do vestido. Usei todo o pouco autocontrole que tinha para não enfiar mão ali e puxar os seios deliciosos para fora, minha boca sedenta para poder provar um pouco. 

    Há algumas semanas, quando eu era um simples desconhecido curtindo a noite com os amigos, seria exatamente isso que teria feito. Enfiado minha mão pelo decote, aproveitando da pista quase escura para atiçá-la um pouco mais. Testando suavidade e formato dos seios em minhas mãos. Teria me deliciado com os gemidos prazerosos que arrancaria dela. 

    Apenas imaginar isso, fazia com perdesse um pouco a cabeça. Mas eu não era mais um homem que circulava incógnita no mundo, ainda não. E a maldita jornalista deveria estar em algum lugar me escrutinando. Por isso eu tinha que ser mais cuidadoso. 

    Só que a garota fazia meu pau ficar cada vez mais duro dentro da minha calça.

    — Acho que você precisa se refrescar um pouco — sussurro no ouvido dela antes de virá-la para mim. 

    — Eu preciso?

    Seu rosto estava acalorado e ela tinha um olhar inebriado, mas também tinha um ar divertido nos olhos.

    — Tudo bem — inclinei e pressionei os lábios rapidamente nos dela — Nós dois precisamos. 

    Não era a forma que desejava beijá-la, mas se fizesse como realmente queria, seriamos presos por atentado ao pudor. Precisava mesmo de uma bebida e dar uma refreada nas coisas antes que arrastasse Gisele para o banheiro mais próximo em busca de sexo louco. Eu podia, como iria oferecer muito mais do que uma trepada rápida no banheiro. 

    De volta ao bar, embora quisesse uma cerveja fiquei apenas no energético, pois estava dirigindo. Gisele escolheu a mesma batida de morango que esteve tomando a noite toda. 

     Bebemos em silêncio. Como desde o momento que nos cruzamos, falámos pelo olhar. A sensualidade era pulsante, quase como uma caricia em nossas peles. Se eu a devorava com os olhos, podia dizer que Gisele me lambia como um gato no prato de leite. 

    Levei-a de volta a pista. Precisava tê-la em meus braços outra vez. A música era mais agitada, mas mantive-a colada a mim. 

    Foda-se!

    Eu queria-a emaranhada em meu corpo. E a cada movimento um pouco mais ousado, conseguia visualizar nossos corpos nus, enroscados entre os lençóis. A cada música nos provocávamos de uma forma diferente. Um querendo testar a insanidade do outro. 

    — Vamos sair daqui! — murmurei em seu ouvido, após ter mordiscado sua orelha. 

    Sua resposta foi um quase imperceptível balançar de cabeça. Segurei sua mão e a guiei para saída, mas Gisele estacou no caminho me fazendo parar. 

    — Eu preciso avisar minha amiga — disse ela, nos conduzindo a uma mesa próxima a saída. 

    Gisele soltou minha mão e foi em direção à garota que procurava. Ela tinha os cabelos pretos, cortados rente ao pescoço, olhos acinzentados. A forma que me olhava e balançava a cabeça dizia que estava me reconhecendo ou tentava. 

    Eu não queria que ela dissesse nada a Gisele, então me desviei das duas e analisei o restante do grupo, enquanto elas trocavam algumas palavras. 

    Três homens, duas garotas.  Ignorei os curiosos, mas foi impossível fugir do olhar irônico de Erica. Ela levantou a taça que segurava fazendo um brinde a mim. Que ela fosse para o inferno e escrevesse o que bem entendesse no seu jornaleco. Não deixaria que ela e o circo que tentava armar em volta de mim, estragassem a minha noite, principalmente meu encontro com a única mulher que tinha despertado a minha atenção e interesse. Eu lidaria com Erica Gusmão depois. No momento, só me importava Gisele, que não demorou muito para retornar ao meu lado. 

    Notei uma troca de olhares entre Gisele e Erica quando passamos. Apesar de a outra ter dividido a mesma mesa em que Gisele esteve, ficou um pouco evidente a animosidade entre as duas. Gostei muito disso. Qualquer pessoa que desprezasse Erica Gusmão era muito bem-vinda. 

    Antes de seguir nosso caminho puxei Gisele mais uma vez buscando seus lábios. Era para ter sido apenas um aviso a jornalista, mas bastou tê-la em meus braços mais uma vez para o desejo furioso retornar. Fiquei meio em suspenso quando consegui afastá-la de mim. A lasciva em seus olhos fazia o sangue em minhas veias correr apressadamente. 

    Quente. 

    Enquanto eu fechava a comanda Gisele retirava sua bolsa. Na entrada não havia a mesma fila de pessoas aguardando para entrar de quando cheguei. As únicas pessoas que ainda insistiam em entrar eram controladas e dispensadas pelos seguranças. 

    — Espera! Eu tenho que fazer uma coisa — interrompi os nossos passos antes seguirmos até meu carro no estacionamento e segurei o seu rosto — Algo que desejei fazer do jeito certo a noite toda. 

    Tomei sua boca em um beijo faminto e exigente. Com nossas línguas se enroscando mais, aprofundei o beijo. Gisele retribuía com a mesma ferocidade e urgência que eu sentia. 

    Em questão de segundos estávamos buscando um ao outro em uma ansiedade incontrolável. Segui andando com ela grudada a mim, contorcendo-se em mim. Busquei a chave no bolço da calça e acionei o alarme para destravar e alertar onde meu carro estava em meio ao estacionamento lotado.  

    Parecíamos dois gatos em uma briga erótica.  Eu a conduzo em direção ao veículo assim que o encontro.  A ideia era irmos até o motel mais próximo, mas havia algo nessa garota que me levava ao limite. Abri a porta traseira e a empurrei para dentro.

    Ouvi seu engasgue de surpresa, seguido de uma risada nervosa. Estava indo rápido demais, mas não conseguia evitar isso. Meu pau estava cada vez mais duro. Eu tinha que foder agora.

    Com Gisele de quatro, agarrei sua bunda empinando-a para mim. Ergui o vestido até a cintura e soltei um gemido abafado quando vi a calcinha de renda marcada pela excitação que eu tinha provocado nela.  

    Passei o dedo sobre o tecido e a observei se contorcer ao meu toque. Incitado, afastei a calcinha para o lado, deixando seu sexo exposto aos meus olhos famintos. Acariciei mais uma vez, separando os lábios de sua boceta molhada, tocando em seguida o clitóris intumescido. Substitui meus dedos por minha boca sedenta e língua esfomeada. Quanto mais eu provava da boceta molhada, mais eu queria ter. 

    — Leonardo... — Gisele se contorcia e repetia meu nome enquanto remexia a quadril de encontro a minha boca — Ah...

    Transar no estacionamento não seria pior do que comê-la em algum canto escuro da casa noturna. A qualquer momento, alguém poderia aparecer e nos fotografar, e certamente a imagem teria alguma repercussão se fosse compartilhada. Mas eu não estava realmente conseguindo pensar direito. Havia tesão demais entre nós dois para que essa possibilidade de parar ganhasse alguma força em minha cabeça.  E o risco de sermos flagrados deixava tudo mais excitante. 

    Ignorei o alerta racional e continuei a chupá-la. Introduzi dois dedos em sua boceta molhada. Ouvia seus gemidos, quase que como um choramingar baixinho, indicando que o que eu fazia a deixava maluca. 

    Notei que seu orgasmo se aproximava pela forma que o corpo convulsionou e sua boceta molhou um pouco os meus dedos já lambuzados. Joguei o banco do motorista para frente e a deitei de bruços sobre ele. Só tive tempo de procurar um e colocar o preservativo antes de me enterrar dentro dela. 

    Fechei os olhos, deliciado. Porra, como era gostosa. Macia e quente, engolindo meu pau. Dei a primeira estocada e quando ouvi Gisele voltar a gemer o meu nome, deleite com prazer que isso me provocava. 

    Enrolei o rabo de cavalo em meu pulso e a puxei para um beijo. Mordi seu pescoço e dei uma pequena mordida no ombro. Por algum motivo absurdo, desejava deixar minha marca nela. 

    — Gisele... — fui acelerando o ritmo e profundidade de minhas investidas.

    Eu adorava sexo, principalmente meter em uma boceta gostosa; e Gisele não decepcionava. Ela se dava como se estivesse explorando esse caminho pela primeira vez. Completamente entregue, plena. Isso mexia com algo dentro de mim. Era puro sexo, mas havia algo diferente. 

    Cravei minha mão em seu quadril, inclinando-a para frente, cabeça contra o bando inclinado, enquanto socava um pouco mais duro agora. E cada arremetida parecia que nos levava cada vez mais próximo ao que eu chamo de céu. Ou talvez fosse o inferno de tão quente e deliciosa que sua boceta molhada me recebia. 

     — Aí Leo... Isso! — ouvi seus gemidos quando comecei a estimular seu clitóris com os dedos — Isso! Isso!

    Soquei mais rápido usando o quadril para ter mais pressão. E quando a vi se entregar a um orgasmo arrebatador, deixei que o meu viesse tomar meus sentidos. Curvei sobre ela gozando intensamente.

    3 comentários :

    1. Começaram bem, mas ... acho que as razoes de Gisele vão complicar este relacionamento. Bjs

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      1. Começou com uma brincadeira... agora aguenta Gisele haha 😆 😘

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