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  • O preço de um amor - Prologo



    Boa noite genteee, antes de postar os capitulos eu preciso esclarecer algumas coisas. Esse livro foi meu primeiro bebê, era uma fanfic de Edward e Bella, foi a primeira coisa que realmente escrevi em 2009. Algumas coisas aconteceram comigo e me distanciei da internet e de tudo. Como ele fez muito sucesso no Nyah (um site de fanfic) comecei a postar aqui e no wattpad. Bom a série New York tomou toda a minha vida e acabei negligenciando esse livro. Mas algumas leitoras gostaram muito da história, então resolvi repostar.
    Por que repostar e não continuar de onde parou? Algumas pessoas não conhecem o livro e é uma ótima oportunidade de conhecer, além do que estou revisando e postando bonitinho para vocês.
    Espero que gostem do livro. Postagens todas as quartas e sempre que der um bônus.
    Obrigada mais uma vez pelo carinho comigo. 




    Prólogo

    17 anos atrás


    — Vamos, Laura! Já estamos atrasados para o coquetel! — Nicholas disse, entrando no quarto do bebê.
    O quarto era todo rosa e branco, e o papel de parede floral. Através da ampla janela, atravessava o restante de luz solar daquele fim de tarde. No chão, um tapete branco e felpudo que cobria todo o assoalho. Próximo à janela havia uma enorme casa de bonecas branca e lilás. Por todo o ambiente se via brinquedos e ursos de pelúcia e muitas bonecas espalhadas. Um quarto que seria o sonho de qualquer criança, um verdadeiro paraíso infantil. E no outro canto próximo à porta ficava o berço onde o bebê dormia tranquilamente, sem sequer imaginar que, nas próximas horas, toda a sua vida iria mudar.
    — Não sei se devo ir, querido — disse Laura, alisando a cabecinha do bebê como sempre faz ao observá-la dormir, seu pequeno anjo na Terra — Ela é tão novinha ainda.
    — Laura, ela já tem oito meses! Vamos... — Nicholas falou, com a voz carregada de impaciência — Nós também precisamos de uma folga.
    Ele amava a filha, mas ansiava avidamente voltar a ter uma vida social com sua esposa.
    — Mas ainda não me sinto segura. Além disso, sua mãe não poderá cuidar do bebê e não me sinto bem em deixá-la com estranhos.
    — Não é uma estranha, mas sim a babá contratada através de uma agência muito bem recomendada. Você precisa relaxar. Vamos rever nossos amigos, jantar, conversar e...
    Ele caminhou até ela, passando os braços em sua cintura, e logo estavam girando pelo quarto, embalados pela melodia saindo pelos lábios dele.
    — Está bem — Laura o empurrou gentilmente ao abafar um sorriso e fez sinais para que ele não acordasse a criança — Vou dar as últimas instruções para a babá e já desço. Peça para ela subir, por favor.
    — Eu espero você no hall — disse ele, beijando sua nuca.
    Laura observou o bebê que continuava a dormir como um querubim. Ela era linda — os cabelos e olhos negros contrastavam com a pele alva. O rosado em suas bochechas fazia-a ainda mais encantadora. Costumava dizer que ela era sua própria Branca de Neve. Todos sempre riam disso, mas tinham que concordar: era um bebê muito lindo. Ela estava linda em um vestido amarelo claro com rendas brancas. Em seu pulso, a pulseira com um pingente com as inicias do nome dela e a dos seus pais.
    — Com licença? — Laura ouviu alguém chamar da porta.
    — Ah, sim, você é Camila, certo? A baba enviada pela agência?
    — Sim, senhora! — Ela respondeu, olhando para chão.
    Achou estranhou o fato da jovem não a encarar. Mas acreditou que seria tímida ou estivesse incomodada com seu luxuoso vestido de festa. E olhando para os trajes simples à sua frente, entendia bem o quanto uma casa suntuosa como essa poderia intimidar. Laura também viera de uma família modesta.
    — Não há muito com que se preocupar, Camila, o bebê costuma dormir a noite toda, ainda mais depois de uma tarde agitada como a de hoje. Ela só acorda para trocar a fralda e tomar a mamadeira da noite. Eu e meu marido pretendemos voltar cedo, por volta das onze horas. Na sala há uma agenda, com o número onde poderá nos encontrar e o do pediatra, caso precise. Ligue-me a qualquer momento, está bem?
    — Sim, senhora. — Camila respondeu-lhe, ainda olhando para o chão.
    — Os empregados costumam ir embora por volta das oito horas, mas a governanta, a senhora Connolly, e Tom, o jardineiro, dormem na ala leste, e há o segurança do turno da noite. Se precisar de algo pode chamar por algum deles.
    — Entendi, senhora.
    Laura foi até o berço, deu mais um beijo no bebê, e mesmo sentido algo estranhamente oprimindo seu peito, foi em direção à porta.
    — Senhora!
    — Sim?
    — Não me disse o nome do bebê.
    — Ah, claro, desculpe-me. É Rebecca. Mas todos a chamamos de Becca.


    ****.

    Algumas horas depois...

    — Rebecca… — sussurrou, passando a mão nos cabelos macios do bebê enquanto olhava em volta do quarto — Você é linda. Sua casa é linda. Tão pequena, e já tem o melhor que o dinheiro pode comprar.
    Em seus olhos havia mais do que cobiça; havia muita revolta e inveja do que nunca iria ter.
    — Uns com tanto e outros sem nada. Acho que isso precisa mudar...
     Enquanto descia as escadas com a criança em seus braços, refazia mentalmente os planos da última semana. Ela sabia que para sair da miséria e desgraça na qual vivia, era indispensável seguir cada detalhe. Sabia o que fazer, sabia como fazer, só não sabia se podia confiar.
    — Até que enfim, Taylor. Por que demorou tanto? — ela quase gritou ao atenderem o telefone.
    — Fique calma, Jéssica, sabe que odeio histerias! — exaltou-se, e ela foi capaz de identificar o tom meio grogue em sua voz.
    — O que estava fazendo? Aposto que enchendo a cara com um dos seus amigos inúteis.
    — Não enche, Jéssica!
    — Eu só estou nessa por sua causa, então, se não vai fazer as coisas direito, está fora! — ela praticamente gritou, mas moderou o tom ao ver a expressão da menina mudar para choro.
    — Entrei nessa, não entrei? — ele resmungou — Por que tanto drama?
    — O Matt está com você?
    — Sim.
    — Quando vão chegar aqui?
    — Estamos há algumas quadras, acho que mais ou menos uns quarenta minutos.
    — Conseguiu pegar o uniforme do seu primo?
    — Sim, hoje é o dia de folga dele na pizzaria, então foi fácil.
    — Está indo como combinamos. Presta atenção no que vou falar: nada pode dar errado, essa gente tem muito dinheiro, se nos pegam, nunca mais sairemos da cadeia!
    — Estou ouvindo…
    — Você vai ter que passar pela portaria principal para chegar aqui. Eu vou avisar para o segurança que eu pedi uma pizza, pra que ele avise na portaria principal e o deixem entrar. Na casa só está uma governanta, o jardineiro e o segurança noturno.
    Teve cuidado de checar com a governanta se todos já tinham ido embora. A própria havia se despedido e seguido para seu próprio dormitório. Já era bem idosa, a droga que havia colocado na bebida dela, quando insistiu que tomassem o chá juntas, certamente a faria dormir até o dia seguinte.
    — É só seguir o plano, entendeu?
    — Certo e desligando…
    —Idiota. — Jéssica murmurou para o telefone mudo — Espero que ele não estrague nada.
    A oportunidade surgira quando, em uma certa tarde, Camila, sua irmã mais velha, contou a ela e sua mãe quase bêbada, que fora selecionada para ser babá de uma das famílias mais importantes da cidade. E se eles gostassem do trabalho dela, provavelmente seria fixa. Inicialmente não dera bola ao entusiasmo de sua irmã.
    “O que haveria de bom em ouvir berros de bebê e fraldas sujas?”, dissera a ela.
    Camila já era funcionária da agência há quase seis meses, mas nunca fora responsável por crianças tão ricas, os pais sempre exigiam mulheres mais experientes e confiáveis. Mas aquele era um período de férias. Pouca oferta, muita procura. A única que estivera disponível havia ficado doente e tivera que ser substituída às pressas.
    O fato de Camila ser muito carinhosa e paciente com as crianças fizeram com que a fama dela se espalhasse na agência, e apesar dos poucos meses de experiência, fariam um teste com ela no próximo fim de semana.
    A princípio, pensou em pegar um pouco do dinheiro que Camila receberia, mas depois de conversar com Taylor naquela mesma noite, decidiram que o dinheiro de um sequestro era melhor do que míseros dólares roubados de sua irmã, a idiota.
    Claro, tivera que idealizar todo o plano. Pegaram o máximo de informações sobre a família; passaram de carro algumas vezes próximo ao condômino, olhando a movimentação ao redor. Se algo desse errado, precisariam ter uma rota de fuga.
    Notou que todos que entravam no condomínio tinham que se identificar primeiro. Isso não seria difícil, era muito parecida com a Camila. Tinha o mesmo tom de pele e cor de cabelos, a única diferença era que era poucos centímetros mais baixa que a irmã, mas como Camila nunca havia trabalhado naquele condomínio antes, ninguém desconfiaria.
    Seria muito fácil ficar no lugar da irmã. Ela tinha uma queda absurda por Taylor, então, quando aceitou a carona dele, não tinha ideia do que fariam. Acordaria no dia seguinte sem ter ideia do que havia acontecido.
    Bom, hora do plano B,  ela pensou, indo até o interfone.
    — Portaria. — ouviu uma voz educada ao fundo.
    — Olá. — ela disse com uma voz sexy — Preciso de uma informação.
    — Sim, senhorita.
    — Com quem falo?
    — Juan, senhorita. Está precisando de algo?
    — Ah… Juan, meu nome é Camila, sou a babá de plantão.
    — Sim, eu a vi quando chegou, senhorita.
    — Não precisa me chamar de senhorita, me chame de Mila. — disse com uma voz adocicada.
    — Claro, senhori… Quero dizer, Mila.
    — Juan, eu estou com muita fome, então eu liguei na pizzaria aqui perto, em que meu primo trabalha... Madre Mia, conhece?
    — Sim. Às vezes eu faço pedidos lá.
    — Pedi duas pizzas, estou morrendo de fome, trabalhei o dia todo antes de vir para cá; você sabe, nós, os pobres, temos que dar duro, não é?
    — Com certeza, senhorita. Digo, Mila.
    — Você poderia pedir para que liberem a entrada dele na portaria principal?
    — Não sei, senhorita, os patrões não gostam de gente estranha entrando e saindo quando eles não estão. — ele disse, e ela notou o receio em sua voz.
    — Ah, por favor. — ela sabia que precisava de todo seu charme para convencê-lo, seu tom era como de uma gata ronronando sobre os lençóis — Ele não um estranho, é meu primo, e vai estar uniformizado. Estou morrendo de fome. E não sou acostumada a essa comida de gente rica.
    Um breve momento depois, teve a resposta que quase a fez sair saltitando:
    — Está bem, ele entra e sai rapidamente, ok?
    — Muito obrigada, Juan. Comprei duas pizzas, espero que goste de quatro queijos.
    — Eu adoro, obrigado. Qual o nome do rapaz?
    — Luke Collins.
    — Quando ele vai chegar?
    — Em uns quarenta minutos. Obrigada, Juan. — ela disse, gemendo seu nome, desligando em seguida. — Homens, são tão idiotas, basta fazer beicinho e eles fazem tudo que você quer.
    Tudo estava saindo como planejara. Era só esperar Taylor e Matt com o carro. Logo estariam longe dali.   
    Jéssica foi com o bebê até um dos sofás da sala, colocando-a entre as almofadas.
    — Só falta essa pirralha começar a chorar. – sussurrou preocupada.
    Mas para seu espanto, o bebê apenas bocejou e colocou as mãozinhas na boca, falando aquele linguajar típico dos bebês.
    Vamos trocar de roupa, titia Jess trouxe algo lindo para você, ela pensou, irônica.
    Antes de ir para a mansão, havia passado em uma loja de departamentos e comprado um vestido de bebê vermelho que estava em liquidação.
    — Não podemos andar com você por aí vestida de princesa, levantaria suspeitas.
    O bebê, como se entendesse o que ela disse, olhava-a intensamente, e não gostou disso. Não gostou da sensação que aqueles olhos escuros traziam a ela. Faziam-na ficar de repente nervosa e insegura. E quando quarenta minutos depois o interfone tocou, sentiu sua autoconfiança se renovar.
    — Senhorita, o rapaz com a pizza chegou, eu vou subir para levá-la até você.
    — Não é preciso.  — apressou-se em responder. — Eu mesmo pego, Juan, o bebê está dormindo, e quero te agradecer pessoalmente. — ela mentiu.
    — Fique quietinha, eu já volto — sussurrou ao bebê.
    Ao caminhar, deu uma olhada ao redor. A casa estava em silêncio. Nenhum sinal d governanta ou do jardineiro. Nove e quinze, indicava o antigo relógio na parede.
    — Ótimo!
    Pegou um lenço no jeans da calça e abriu a porta. Taylor e o homem uniformizado discutiam no caminho que leva à entrada.
    — Prima, poderia pedir para seu amigo me deixar ir ao banheiro?
    — Senhorita, eu estou tentando informá-lo que não posso deixar ninguém entrar. — o segurança retrucou, irritado.
    — Eu entendo, Juan… — disse Jéssica passando a mão em seu braço.
    — Luke, ele já fez muito deixando que eu pedisse essa pizza. — Jéssica disse, fingindo censurá-lo.
    — Eu sei como são essas coisas, meu camarada, mas você sabe. Hoje é sexta, eu sou homem... Entre uma entrega e outra, fui me divertindo com alguns amigos.
    — Juan, só mais esse favor. Deve ter um banheiro para empregados, ele nem precisa entrar na casa.
    — Bem... Tem os banheiros perto da piscina, pode usar o de lá, então. Venham, mas sejam rápidos.
    Olhando rapidamente para Taylor, sem que o segurança percebesse, fez sinal para que ele o seguisse. Chegaram em frente a um cômodo, quando Juan se virou para eles.
    — É aqui, seja rápido, por favor!
    — Obrigado, cara! — disse Taylor — Obrigado mesmo.
    — Juan, você é tão gentil. — Jéssica começou a alisar seu braço, passando as mãos pelo peito. — Você é tão forte, também. Faz musculação?
    — Uma vez por semana… — Foi a última coisa que ele disse, antes de ser acertado na nuca e quase cair por cima dela, se Taylor não o tivesse segurado a tempo.
    — Como você é lerdo, Taylor, pensei que eu teria que beijá-lo. — Jéssica resmungou com cara de nojo.
    O homem era musculoso, como dissera, mas as vantagens terminavam ali. Nada nele a atraía fisicamente; era mais velho, calvo e tinha um rosto agressivo.
    — O que faremos agora, Jess?
    — Amarre as mãos e passe a mordaça na boca dele. Depois o jogue na piscina. — disse, virando-se em direção a casa.
    — O quê? — Taylor disse, soltando o corpo, agarrando o braço dela. — Mas isso irá matá-lo.
    — É claro que sim, idiota! Por acaso quer ser preso? Ele viu nossos rostos.
    — Mas você não disse que íamos matar alguém, eu não gosto disso!
    — Como se você nunca tivesse feito isso antes!
    — Aquilo foi acidente, e você sabe.
    — Sei, mas será que a polícia vai acreditar quando eu disser que o louco do meu namorado matou um homem e ainda me obrigou a ficar calada?
    — Você não faria isso, Jess, faria?
    — Claro que não, querido. — ela disse, fazendo beicinho. — Mas agora ele já nos viu, e não quero ser obrigada a denunciar você. Taylor, pense no dinheiro, milhares de dólares. Nós vamos para bem longe daqui, depois. Você quer ser preso?
    — Não!
    O pai dele estava preso, ele sabia o inferno que estaria o esperando.
    — Então faça o que eu disse. Eu vou pegar o bebê.
    — Espere! — Taylor a segurou pelo braço. — Você tem algo aí? Eu já usei tudo o que tinha e preciso de algo para dar coragem.
     — Pega, mas não use tudo, vou precisar de algo depois.
    Correu até a casa, mas não sem antes olhar ao redor. Antes de pegar a menina, limpou todos os lugares que havia tocado.
    — O que você está fazendo? Por que ainda não jogou ele na piscina?
    — Não me apresse, sua vaca! — ele disse, empurrando-a.
    Jéssica odiava quando ele ficava chapado. Taylor ficava ainda mais idiota e agressivo do que já era.
    — Tome, segure o bebê. Deixa que eu faça isso.
    Não seria uma coisa muito difícil; só tinha que empurrá-lo, pois ele já estava na borda. Juan caiu pesadamente, espirrando algumas gotas na sua calça. Não fez movimento algum, afundou como uma pedra. Talvez a pancada na cabeça tenha sido forte o suficiente para matá-lo. O que a ajudaria se algo saísse errado. Não hesitaria um segundo em colocar a culpa em Taylor. Afinal, são suas atitudes desastrosas que poderiam colocar tudo a perder. Ela não ficaria enrascada, não importava como isso terminasse. 
    — Me dê o bebê, você sai na frente, que daqui a cinco minutos eu o encontro do outro lado do muro, aquele que a câmera não pega o ângulo. Se perguntarem por que demorou tanto, diz que foi ao banheiro e depois se perdeu. Mas eu duvido que façam isso. Pelo que vimos na última semana, eles só se preocupam com quem entra e não com quem sai.
    — Ok. — disse Taylor, seguindo em direção ao portão.
    Tudo acontecia como idealizara. Só precisavam seguir cada detalhe do plano, pensou, seguindo pelas sombras.
    Seria rica, daria adeus à mãe entorpecida pela bebida, a irmã idiota e ao cubículo ao qual crescera.
    Só tinha que seguir o plano à risca.


    28 comentários :

    1. Respostas
      1. espero que goste dessa história Quel

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      2. Lembra que li da outra vez, só não estou lembrando se VC postou todo. Acho que não.... Ansiosa pra saber como é o final....

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    2. Ai meu Deus ... la vai as minhas unhas pro brejo.

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    3. Sempre amei essa estória e quando vc falou que ia parar ela por um tempo fiquei super mega triste, isso foi la no wattpad, mas tinha sua outra estória e acompanhei mas louca de saudades dests estória linda. Bjus

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      1. Gisele vamos sofrer novamente....

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      2. Verdade... Pois ate onde lembro eu chorei e sorri tbm.

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    4. Haaa beth finalmente você vai depositar essa história e terminar...foi a primeira história sua que li é amei...

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    5. Haaa beth finalmente você vai depositar essa história e terminar...foi a primeira história sua que li é amei...

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    6. Meu deus, nunca vou esquecer dessa parte, bandida safada, que sofrimento para todos e o Nicholas irá ficar doido quando chegarem em casa, pois como diz o velho ditado coração de mãe não se engana a Laura não queria ir, mais ele coitado não teve culpa, onde se imaginava que se estava tramando um sequestro, meu deus como eles irão sofrer com o sequestro da Becca, que raiva esses ordinários dessa Jessica. Beth você encheu o meu coração de felicidade com a volta do seu bebê, amo e aguardava sempre com ansiedade o retorno dessa bela história, profunda, intensa, cheia de emoções, e linda história de amor.

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    7. Oi!! Pode ajudar a divulgar meu blog? Ficaria muito agradecida!! :D
      http://arquivandoabiblioteca.blogspot.pt/

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    8. Amei o prólogo.....mas com uma sensação ruim...coração de mãe nw se engana...😉

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    9. Finalmentee. Louca para saber do desenrolar desta estória.

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    10. Que delícia, estava ansiosa pra continuar a ler essa estória, até perguntEi no whatppad se vc ia postar

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    11. Que bom que retomou esse livro, o amei só lendo até o 7º capítulo!!! Ótima história!!!

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