• Home
  • |
  • Sobre a Autora
  • |
  • Livros
  • |
  • Vídeos
  • |
  • Agenda
  • |
  • Parceiros
  • |
  • Contato
  • Capítulo 62 - Parte II



    ****
     Foi uma cerimônia linda, com belas declarações do sacerdote e dos noivos. Eles passaram pelo tapete juntos, um momento que, sem dúvida, emocionou a todos.
    Liam não agiu como palhaço em relação ao Peter, então pudemos apreciar a celebração com calma. Acho que ele também entendeu que, nesse momento, deveríamos deixar nosso amigo em paz. Eu desejo que ele tenha sorte, que tenha feito a escolha certa e que juntos sejam muito felizes.
     Na hora do baile, e quando a dança foi aberta pelos noivos, convidei Penelope para darmos uma volta pela praia. Sentamos na areia, com Benjamin descansando tranquilamente em meu colo.
    — Durante a cerimônia, quando o sacerdote falou sobre amor, verdade e justiça — eu seguro a mão dela e entrelaço nossos dedos — Eu vi que temos sempre que ser honestos um com o outro, mesmo tendo boas intenções para não falar algumas coisas. Eu já perdi muito tempo com você por meias verdades ou por omitir algumas coisas.
    A expressão em seu rosto é de confusão. Talvez um pouquinho de medo do que eu possa revelar. Mas eu não posso continuar mentindo.
    — Eu fiz uma coisa — inspiro fundo — Benjamin e eu fizemos...
    — Tem a ver com aquele dia no escritório?
    Há muito tempo que não estive tão nervoso e receoso com a reação dela. Não quero estragar a confiança que temos construído.
    — Eu gravei um vídeo e enviei aos seus pais — revelo de uma vez.
    Como dizem, não se faz uma omelete sem quebrar os ovos.
    — Disse a eles tudo o que pensava. O que eles estão perdendo em não conhecer o neto. O quanto eu a amo.  Que vamos nos casar em breve. E que seriam bem-vindos às nossas vidas se eles quisessem.
    O soluço, seguido do pranto mal contido, faz o meu coração se apertar. Mas por que eu não mantive a droga da minha língua dentro da boca? Se ser honesto significa ter que vê-la chorar dessa forma, eu iria para o inferno como o maior mentiroso do mundo.
    — Desculpe — apoio sua cabeça em meu ombro e beijo seus cabelos — Eu não queria fazê-la sofrer.
    Minhas palavras apenas aumentam sua crise de choro, então, por um momento, deixaria que ela liberasse toda essa opressão em seu peito. Eu encontraria uma forma de conseguir seu perdão depois.
    Após um tempo, que foi longo demais para mim, ela ergue a cabeça e me encara.
    — Fez isso por mim? — a pergunta é um pouco mais do que um sussurrar — Por quê?
    Não há tom de acusação ou reprimenda, apenas uma grande e incompreensível surpresa.
    — Porque eu te amo. Porque tudo o que eu quero é que você seja feliz, realizada e completa. Porque mesmo achando seus pais uns imbecis, eu sei que você os ama.
    — Mas eles nunca foram gentis — dessa vez há revolta em sua voz — E legais com vocês. Nunca se interessaram... nem por mim.
    — Não me importo que não gostem de mim — seguro seu rosto e seco as lágrimas que deslizam nele — Mas eu me importo como tratam você e o Ben. A felicidade de vocês é a minha.
    — Ah, Adam — ela beija minha mão — Minha felicidade é você. Sempre foi você e sempre será.
    Meu rosto é o alvo de sua boca. Devo ficar todo marcado de batom, mas quem se importa?
    E quando nos unimos aos demais, para colocar as velas acesas no mar, eu entendi que ser honesto nem sempre é algo fácil, mas é libertador. E o único caminho para a felicidade.

    ****

    E essa tão sonhada e merecida felicidade veio a ser ameaçada um dia depois. Eu sinto como se tivesse levado uma rasteira da vida, na qual eu nem sei como me levantar do chão.
    — Como ele está? — pergunto a Penelope, assim que nos abraçamos.
    Quando eu recebi sua ligação desesperada, dizendo que estava a caminho do hospital com Benjamin, meu mundo simplesmente ruiu. Eu sabia que não deveria ter ido trabalhar hoje, sabendo que ele não estava muito bem. Eu nem consegui me concentrar em nada.
    — Eu não consegui baixar a febre. Fiz tudo o que me disseram, mas eu não consegui.
    — Onde está a Katty?
    — Está lá dentro com ele — ela soluça, agarrando-se a mim — Não me dizem nada. O que há de errado com meu bebê?
    Saber que Katty está com nosso filho, cuidando de tudo, é um alívio, mas não elimina o medo castigando minha alma. Mas mesmo que por dentro eu esteja sendo destruído, sei que preciso manter a calma por Penelope. Não posso fraquejar, não a tendo tão frágil e desolada em meus braços.
     — Vai ficar tudo bem — afasto-a um pouquinho de mim para que ela possa ver essa certeza em meus olhos — Nada irá acontecer. Ele vai ficar bom, e logo iremos para casa.
    Ela torna a soluçar, e eu mantenho-a firme junto a mim, buscando todas as formas de consolo.
    — Você promete? — ela pranteia baixinho — Promete que eu vou ter meu bebê de volta?
    — Nem que eu tenha que dar a minha vida por isso.
    O que eu não sabia, era que essa possibilidade era mais real e estava mais perto do que eu imaginava.
    Quase duas horas depois, Katty e o médico de plantão solicitaram nossa presença na sala dele.
    — O que meu filho tem? — Penelope pergunta, antes mesmo de nos acomodarmos nas cadeiras que eles indicaram.
    Continuo em pé e tenho-a firmemente ao meu lado. Sinto que poderia desfalecer a qualquer minuto. Estando grávida, minhas preocupações se triplicam.
    — Amor, senta — ordeno com carinho na voz — Pensa nesse bebê também.
    Toco o ventre dela, e acho que, com isso, consigo convencê-la.
    Katty manipula a pasta em cima da mesa, mas sua boca trêmula e mãos inquietas dizem a mim que o que tem a dizer não é algo bom. Ela é muito profissional, e se está afetada, é porque tem notícias muito ruins.
    Eu sento na cadeira ao lado de Penelope. Eu não conseguiria continuar em pé, mesmo que eu quisesse.
    — O que o seu filho tem se chama atresia biliar — o médico inicia as explicações — É uma doença que causa a obstrução dos canais biliares, impedindo que o fígado se comunique com o restante do organismo. No estágio do Benjamin, não é mais indicado a cirurgia, o transplante de fígado é a única saída. Sem esse procedimento, a taxa de mortalidade é de 100% antes mesmo dele completar um ano.
    É como se alguém rasgasse meu peito, arrancasse meu coração e o esmagasse diante dos meus olhos. A única vez que me senti tão devastado foi quando acreditei que tinha perdido a Penelope. Acho que nem assim minha dor foi tão visceral.
    — As filas de transplantes também são longas — Katty informa; ela mal consegue esconder a tristeza em seu coração.
    — Está dizendo que meu filho vai morrer? — Penelope levanta, exaltada — Isso não vai acontecer. Não pode dizer isso!
    Ela se abraça, e eu preciso encontrar força dentro de mim por nós dois. Envolvo-a com meu corpo. Seu choro molhando minha camisa, e minhas lágrimas umedecendo os cabelos dela.
    — Katty? — chamo por ela.
    É mais do que uma pergunta desesperada por repostas; é um pedido desesperado por ajuda.
    — Há uma alternativa — ela inicia, e estamos totalmente concentrados no que ela tem a dizer — Podemos realizar um transplante de intravivos, com o doador ainda em vida. Os pais são os mais indicados a isso. No seu caso, Penelope, não é possível por estar grávida e...
    — Eu vou fazer! — digo a ela — Eu farei o transplante.
    Katty sorri ao segurar minha mão. Penelope se joga em meus braços. E tudo o que eu consigo pensar é que não há dúvida.
    — Não é tão simples assim — ela inicia com a voz calma — Mesmo sendo o pai, precisamos fazer exames de compatibilidade, e saber se não existe nenhuma doença que o impeça a isso, como hepatite, por exemplo.
    — Façam todos os testes que precisam. Estou disposto a tudo. Só salvem o nosso pequeno.
    Eu faria qualquer coisa por aquele bebê. Se fosse preciso dar o meu coração, assim eu faria.
    Ouvimos atentamente sobre os riscos pré e pós-operatórios, tanto para Benjamin, como para o doador. Quais as chances de o procedimento ser bem-sucedido, e o quanto antes a cirurgia acontecesse, maiores seriam as chances para o organismo dele se adaptar ao novo órgão.
    Nossos amigos vieram assim que souberam da notícia. Meus pais e Liam passaram todas as informações, enquanto fiquei focado em Penelope e qualquer notícia que pudesse surgir.  
    Passamos a noite no hospital com Ben. Algumas vezes, durante a madrugada, eu conseguia fazer com que ela se afastasse da cama para descansar um pouco. Desconfio que só tenha conseguido por causa do bebê em seu ventre. Muitas vezes, a vi dividida entre os dois.
    — Toma pelo menos o suco, Penelope.
    Pego o copo na bandeja e coloco na mão dela.
    — Eu não tenho fome — a voz sai trêmula, e a pontada aguda em meu peito se intensifica.
    Eu já havia feito todos os exames, e agora só tinha que esperar. E mesmo assim, nunca me senti tão impotente em toda a minha vida. Como assistir às duas pessoas que você mais ama no mundo sofrerem?
    — Você precisa comer alguma coisa, por favor.
     — Sabe o que pensei agora? — ela fala em meio ao choro, enquanto desliza o copo entre suas mãos — Eu ia escolher o vestido de noiva hoje. — ela olha para mim, parecendo perdida — Que tipo de mãe eu sou, Adam? O que me importa a porcaria de um vestido? Quando meu filho, ele está mor...
    Sua voz morre em meio ao desespero que essa realidade nos causa.
    — Não faço isso — eu a abraço — Não se julgue assim.
    Eu simplesmente bloqueei a possibilidade de que pudéssemos perder o Ben. Porque foi a única forma que encontrei de ficar de pé, anestesiando essa dor, que esmaga meu peito sem a mínima piedade.
    — Vai dar tudo certo — beijo os cabelos dela — Vai ficar tudo bem. Ainda teremos um casamento lindo.
    Olho para o pequeno dormindo tranquilamente na cama. Os fios ligado ao seu pulso e nariz o faziam parecer tão frágil e indefeso.
    Então compreendo o que ela quis dizer. Isso não é justo. Estávamos felizes, temos mais um bebê chegando. A vida não pode nos castigar dessa maneira.
    Não consigo sequer imaginar que passar por de novo. Dessa vez, a dor nem se compara. Aquele bebê eu nem tinha conhecido. Eu não tinha segurado em meus braços. Eu não vi o seu rosto, nem o seu sorriso. Eu nunca soube o cheiro que ele tinha, e nem como era tê-lo quentinho aconchegado em meu peito.
    — Eu quero ter fé — o corpo delicado é a única coisa a aquecer o meu corpo frio — Mas dói tanto. Eu tenho tanto medo, Adam.
    — Lembra quando eu disse que daria a minha vida por vocês? — embalo-a, como fazia com Benjamin à noite para ele dormir — Então, apenas se mantenha firme. Eu cuido do resto.
    Uma batida na porta me faz virar. Liam é o primeiro a surgir com Neil, Richard, Peter. Atrás deles, Austin, Dallas, Clyde e um senhor muito parecido com eles, que eu creio ser o pai deles.
    — Acho melhor a gente conversar lá fora — Liam aponta para a cama onde Benjamin está.
     — Eu vou ficar aqui — Penelope diz, indo em direção à cama.
    — Vai ficar bem?
    Ela balança a cabeça, afirmando que sim. Mas nós só ficaríamos realmente bem com nosso filho em casa.
    — Adam, eu sei que está sendo difícil — Liam segura meu rosto, assim que fecho a porta atrás de mim — Mas todos nós estamos com você. Todos nós fizemos o exame. Eu sei que você mesmo quer fazer a cirurgia, mas se não for possível, o Benjamin terá outras chances.
    Toda a minha força, cada energia que armazenei para me manter firme, ruíram assim que eu ouvi sua declaração. Não é apenas meus amigos e familiares me dando apoio em um momento crítico em minha vida. Literalmente, eles estavam colocando suas vidas em risco para salvar o meu filho.
    Minhas pernas perdem a força, e suas figuras são apenas um borrão diante dos meus olhos.
    — Eu também fiz o exame.
    Foi necessário que eu secasse meus olhos e olhasse atentamente para frente, para ter certeza de que aquela voz era mesmo a de James Walker, o pai da Penelope.
    — Sr. Walker?
    Mesmo vendo-o perfeitamente diante de mim, é quase impossível poder acreditar que ele esteja mesmo aqui, como irá, se necessário, ser o doador para o neto.
    — Pode me chamar de James, meu filho.
    Não importa quanta raiva eu já senti dele. De quantas vezes eu amaldiçoei por cada lágrima causada à filha dele. Quando senti seus braços em volta de mim, minha única reação foi abraçá-lo de volta.
    Talvez esse seja o sinal que precisávamos, de que não importa o quanto o mundo à nossa volta esteja triste e negro. Há sempre uma luz e esperança.
    O reencontro pai e filha foi tão emocionante como eu imaginei. Também não houve cobranças e nem ressentimentos. Nossa única preocupação é com Benjamin. O passado e todas as feridas acumuladas, por tanto tempo, deixaram de ter significância.
    — Eu vim assim que Juliene avisou, filha, mas quero que saiba que estávamos cuidando de tudo para vir ao seu casamento — ele soa como se estivesse decepcionado com ele mesmo — Queríamos ficar uns dias na cidade. Ficar com o nosso neto, se vocês deixassem. E sua mãe chegará amanhã.
    Olhando atentamente para ele agora, eu posso notar não apenas as mudanças de comportamento, mas as físicas também. James está bem mais magro do que o conheci, e parece mais velho e cansado também. Não sei se foi o vídeo que enviei que o convenceu a comparecer ao casamento, mas tenho a plena certeza que, cedo ou tarde, ele teria nos procurado.
    O mudou esse comportamento distante. Talvez seja a falta dela, que finalmente eles foram capazes de admitir.
    — Não importa quando viriam — Penelope envolve minha cintura, e pela primeira vez, em horas, a vejo sorrir — O importante é que está aqui. Aliás, todos vocês. Obrigada pelo o que fazem pelo nosso filho.
    Eu vejo que, na verdade, somos afortunados. Estamos rodeados de todos os tipos de amor. Amor entre pais e filhos. Amor entre amigos. Amor entre um homem e uma mulher.
    Simplesmente amor. Nada no mundo pode ser mais poderoso que isso.


    39 comentários :

    1. To chorandoooooo...... buáááá!!!!
      Muito lindo esse encontro
      Muié, vc nao é fácil, hein?

      ResponderExcluir
    2. nossa ... me fez chorar... sempre envolvente Elizabeth..

      ResponderExcluir
    3. Ai Meldels, mais lindo impossível! #melhoraBen

      ResponderExcluir
    4. Lágrimas... Avisa antes Beth, vou acordar com a cara inchada :'(

      ResponderExcluir
    5. Meus Deus como esse casal sofre, tenho até medo de imaginar o que vai acontecer na história do Peter....

      ResponderExcluir
    6. Meus Deus como esse casal sofre, tenho até medo de imaginar o que vai acontecer na história do Peter....

      ResponderExcluir
    7. Nossa Beth! Coitado do Adam e da Pe! Quanto sofrimento! E a tal Aline nem apareceu! Ainda falta mais sofrimento? Por favor, deixe-os ser felizes! Na espera do porvir!

      ResponderExcluir
    8. Coitado deles será que não teram finalmente paz, Beth sua má tenho até pena de pensar o que você reserva para o Peter.. Foi emocionalmente o capítulo

      ResponderExcluir
    9. Coitado deles será que não teram finalmente paz, Beth sua má tenho até pena de pensar o que você reserva para o Peter.. Foi emocionalmente o capítulo

      ResponderExcluir
    10. Acho que o doador vai ser o avô. Confio que tudo vai dar certo.

      ResponderExcluir
    11. Vou trabalhar com cara de choro..rsrss
      Muito lindo, adorei!!!
      Parabéns!!

      ResponderExcluir
    12. Nossa! Muito emocionante..minha filha Isabella tb precisou fazer transplante de fígado, ela tinha 2 anos e 7 meses e uma doença parecida com a do Ben, hipoplasia das vias biliares, meu marido doou parte do fígado e graças a Deus hoje ela é uma menina linda de 14 anos. Sempre tivemos fé, sempre acreditamos que tudo ficaria bem!

      ResponderExcluir
    13. Eu sabia que vinha tempestade por ai.. Mas com essa familia dwparentes e amigos nada pode. Agora e so aguardar a recuparaçao de Ben.

      ResponderExcluir
    14. Chorei muito lendo esse capítulo :'( Foi muito emocionante!!!!!

      ResponderExcluir
    15. Nossa que lindo... Estou super emocionada...
      E pra mim essas são emoções já vividas...
      É demais...
      Por favor não demore em postar os próximos capítulos.
      Parabéns você é uma escritora excelente.
      SUCESSO!!!!

      ResponderExcluir
    16. Este comentário foi removido pelo autor.

      ResponderExcluir
    17. Nossa a cada capítulo fico mais apaixonada. Chorei muito lendo esse

      ResponderExcluir
    18. Genteee... Vejam o que beth faz conosco nos deseperamos, ficamos anciosas, choramos há berça, mas também temos nossos momentos de alegria... Não tem como não se apaixonar pelas suas histórias...

      ResponderExcluir
    19. Bethnque capítulo foi esse?! Chorando muito aqui, nossa assim vou ficar desidratada, mas espero que Ben fique bom, torcendo por isso 😉🙏🏻

      ResponderExcluir
    20. Ai que triste espero que de tudo certo pra Adam poder ajudar o ben

      ResponderExcluir
    21. Aí caramba. Detesto tragédias, ainda mais com bebês. Tomara que dê tudo certo. Com esse pelotão de amigos e família, nada de mal pode acontecer.

      ResponderExcluir
    22. Caramba, chorei. Que triste e ao mesmo tempo emocionante. Só acho q eles não mereciam todo esse sofrimento, mas vc com certeza ja tem o final feliz, e eu amo cada emoção q nos passa.

      ResponderExcluir
    23. Nossa, estou emocionada pelo capítulo! Triste pelo Ben, mas com grande esperança que ele sairá dessa! Muito bom em saber que os amigos e família estão ao lado deles! Belo gesto!

      ResponderExcluir
    24. Nossa, estou emocionada pelo capítulo! Triste pelo Ben, mas com grande esperança que ele sairá dessa! Muito bom em saber que os amigos e família estão ao lado deles! Belo gesto!

      ResponderExcluir
    25. Vc não existe...sabe aquele nó na garganta? Pois é...
      Vc é causadora disso
      Que emocionante.
      Sua sensibilidade é incrível! Parabéns foi maravilhoso

      ResponderExcluir
    26. Sem contar q NINGUÉM tem q morrer nessa história

      ResponderExcluir
    27. Chorango mto aki....espero q de tudo certo com o Ben...bjos.

      ResponderExcluir
    28. Reli o capitulo e chorei de novo! Ansiosa pelo proximo.

      ResponderExcluir
    29. Elizabeth querida vc ainda vai me matar do coração.
      Você é brilhante mas confesso que estou muito triste. Bjs Andreza Viude

      ResponderExcluir
    30. Estou chorando e tao emocionada. Apreensiva, e esperando pelo próximo capítulo. Parabéns, você eh uma excelente escritora.

      ResponderExcluir
    31. Tadinho do Ben tão pequenininho e já passando por isso espero que ele fique bem,quando vão descobrir a cobra?

      ResponderExcluir
    32. Nossa chorei muito aq .. Ben fica bom logo

      ResponderExcluir

    Obrigada por seu comentário. Volte sempre!

    O Preço de um amor

    Book trailer - Seduzida

    BookTrailer