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  • Além do amor - Capítulo 46



    Penelope


    Juliene desfaz as minhas malas enquanto dou de mamar para o Benjamin. Essa é a melhor parte do meu dia. O momento em que estamos trocando sentimentos. Improvisamos um cercadinho na cama, assim que ele pega no sono coloco-o lá. Deixo a porta aberta para escutar qualquer movimento vindo do quarto e uno-me a Juliene na cozinha. Ela está fazendo um lanche com peito de peru e queijo para nós duas.
    — Como andam as coisas por aqui?
    Ela balança os ombros entrega meu prato.
    — Por que não me disse que o seu Liam, era o meu Liam?
    Ela está aborrecida.
    — Primeiro eu teria que saber que o seu Liam, era o meu Liam — defendo-me — Faz algum tempo que não me conta nada.
    Ela se joga na cadeira a minha frente. O olhar focado no vazio.
    — Estou apaixonada... —abro a boca, mas ela me impede com a mão erguida que eu profira qualquer palavra — Não. Não é uma paixonite juvenil ou um capricho. Depois que você foi embora eu tive que me virar sozinha. Opção minha eu sei, mas eu tive.
    Sinto-me mal por tê-la deixado aqui. Por mais que meus pais controlassem minha vida, eu sempre estive por conta própria, Juliene não, ela foi superprotegida. Deve ter sido difícil encarar a loucura que é New York.
    — Ele me disse claramente que não suporta mentirosos. Acho que deve ser por causa da ex-noiva do seu ex. Ou porque ele simplesmente não suporta mesmo. A verdade é que começou como uma mentirinha inocente e quando eu vi... — ela segura o choro — Depois tem você, o Benjamin. Ele não vai me perdoar.
    Algo me disse, no dia que os vi naquela festa que aquilo não iria funcionar. Depois disso, eu fui para fazenda, Juliene mais evasiva e eu preocupadas em colar minhas partes quebradas.
    — Sobre o Benjamin, eu sei que estive errada — de repente, a comida perdeu a aparência apetitosa, afasto o prato para o outro lado — Sobre Liam, ele é um cara legal. Seja lá o que você tenha feito ele irá perdoar.
    — Vai perdoa o Adam?
    Se eu iria perdoá-lo. Essa é uma pergunta que tenho feito desde que pisei no aeroporto.
    Ainda não tenho uma resposta.

    ****

    Eu olho para o céu. O imenso arranha céu recebe-me com a mesma imponência da primeira vez que eu o vi. Mas há em mim um nervosismo diferente do meu primeiro dia de trabalho. Sinto que eu sou a mesma, mas ao mesmo tempo diferente.
    — Bom dia, senhorita Walker — Hugh, um dos recepcionistas cumprimenta-me.
      — Eu vim para falar com o senhor Crighton.
    Arrependo-me imediatamente de não ter avisado ao Adam que já estou na cidade. Conhecendo todo o protocolo que há na empresa, terei que esperar no mínimo uns quinze minutos até ter permissão para subir.
    — Pode entrar — surpreendida, vejo-a me entregar o cartão de visitas — É sempre bem-vinda, senhorita.
    Eu gostaria de falar que em momentos de crise como essa, todo o cuido com a segurança seria pouco. Mas as intenções dele são boas ou está de sobreaviso. Então usufruo de sua gentileza e sigo em frente.
    — Obrigada, Hugh.
    Pelo caminho encontro vários colegas de trabalho. Todos se mostram felizes em me ver. Perguntam se voltei definitivamente, preferi deixar a resposta em aberto. Eu não sabia que eu era tão querida e que realmente havia deixado muitos amigos para trás.
    Rever minha sala me traz alegria e um sentimento nostálgico. Lembro-me de cada detalhe dela. Embora algumas coisas tenham mudado, assim como eu. O Bonsai que eu havia ganhado de um cliente agradecido pela ajuda que dei não está mais ali. Na mesa que já fora minha está Aline, resmungando contra o computador.
    Algumas coisas não mudam.
    — Oi, Aline.
    Ela sobressalta, levando a mão ao peito.
    — O que você faz aqui? — o tom da sua voz expressa a surpresa e descontentamento em seu rosto — Você foi embora.
    — Mas eu voltei, precisam de mim aqui.
    — Quem disse isso? — seu tom é de deboche.
    Sei que ela deve estar se sentindo ameaçada. Mas eu não vim roubar o lugar dela de novo, como de pensar. Muito pelo contrário. Antes de vir Dallas ofereceu um emprego na fazenda para administrar toda a parte burocrática atrasada que eles não dão conta desde que antigo contador da família faleceu. Meu plano é assim que puder voltar para o Texas e criar o meu filho em paz.
    Antes que eu possa responder a sua pergunta ferina, uma voz grave são as minhas costas.
    — Eu pedi — Adam fala com ela, mas ao me virar, vejo que os olhos estão fixos em mim — Na verdade, eu implorei para que viesse.
    Merda. Tinha esquecido de como ele era lindo, sendo bloqueei essa informação. Apesar de me parecer mais magro, ainda é o mesmo homem sexy que eu conheci.
    Obrigo meu coração a para de palpitar como se o Ringo Star estivesse ditando o compasso.
    — Para quê? — ela insiste — Ela nem deve conhecer mais o trabalho. Tem coisas mais importantes para se preocupar, não é?
    — Não creio que mudou muito, Aline. E esse é um assunto importante como muitos que eu tenho na minha vida...
    — E isso não é da sua conta! — Adam olha irritado para ela que se encolhe no lugar. Eu já vi bravo, mas ele está ao ponto de esganá-la — Vamos para sala do Neil.
    Se olhar matasse como dizem, minha família estaria providenciando o velório. Mas eu não ligo. Parei de me encolher sob o olhar de qualquer pessoa, meu filho precisa de uma mulher forte.
    — Ah, me dê seu casaco.
    — Obrigada — fico rubra.
    É muito idiota me incomodar com isso, mas eu não tinha recuperado totalmente meu corpo antes da gravidez. Se ele notou eu não sei, pois quando os dedos gelados tocam meu pescoço acidentalmente para tirar o casaco e a sua respiração cálida, por cima, faz minha pele arrepiar. Tudo o que eu consigo pensar é na vertigem que o pequeno toque causou em mim.
    Senhor, se com um simples encostar de dedos eu fico completamente fora de mim, o que eu faria se ele me beijasse?
    Balanço a cabeça espantando esses pensamentos. Passaram-se dez minutos ao lado dele e eu já estou pensando em beijá-lo.  
    — Sente-se, por favor.
    Acomodo-me na cadeira indicada por ele, em frente a mesa. Estou nervosa. Noto que ele está nervoso pela forma que coça fervorosamente a sobrancelha, pergunto-me se Benjamin também herdará dele esse tique nervoso.
    — Neil ficaria feliz em saber que...
    — Uma pena o que aconteceu com a Jenny.... — falamos juntos.
    Eu me calo, olho para o telefone em cima da mesa, preciso de um ponto para olhar. Essa não é parte que eu deveria estar furiosa? Não entanto não sei o que dizer. Estou nervosa como se essa fosse minha primeira entrevista de emprego, aquela que você tem toda a convicção que mudará sua vida e que faria qualquer coisa pela oportunidade. Nem quando Neil me entrevistou fiquei tão inquieta. E no caso, eu que decidirei se quero ficar ou não. A decisão está em minhas mãos. Então por que eu me sinto como se estivesse a caminho do desfiladeiro?
    — As damas — ele me dá a palavra, com um sorriso mal contido.
    Isso está errado. Não para ficarmos brincando de sedução. Já passamos por isso. Temos um filho, que aliás, ele faz questão de ignorar.
    — Eu preciso dizer que isso — giro em torno da sala — Essa situação não é permanente. Ficarei até o Neil voltar ou precisar de mim.
    — Tudo bem — ele diz, neutro, impassível.
    — Também só posso ficar meio período — continuo pontuando minhas exigências — Você deve entender, de manhã é melhor, não sei como foi com Katty, mas de manhãs as coisas estão mais calmas...
    Estou me atropelando nas palavras. Pensar em deixar Benjamin, mesmo que por pouco tempo corta meu coração.
    — Como? — ele parece confuso, aéreo — O que você quiser. Revessamos os horários. Posso me dedicar ao caso do Neil pela manhã e à noite.
    — Acha que eles sairão dessa? — pergunto preocupada.
    — Estamos trabalhando arduamente para que sim.
    Não consigo deixar de ficar triste. Penso na Jenny. Duas garotas simples que se apaixonaram por dois homens dois homens com tantos demônios para exorcizar. Nossas vidas foram marcadas e mudaram drasticamente.
    — E Anne?
    Ele pega uma porta retrato com a foto dela. O olhar é carinhoso, da mesma forma que me toca, causa-me revolta.
    — Você não...
    — Tenho dado o suporte que eu posso — de novo falamos juntos — É difícil mantê-la protegida de todas as focas, mas ela sente muita falta dos pais e não entende nada.
    Meu coração se contrai. Neil e Anne não se amam apenas, eles se adoram. Eu fiz certo em voltar.
    — Então está decidido, assim — ele parece ansioso — Começa amanhã?
    — Sim, quanto antes eu voltar a me inteirar da rotina é melhor — levanto apressada e vou até meu casado.  
    Não é que eu tenha medo dele voltar a me tocar, desejo isso demais para que a decepção disso não acontecer irá me abalar.
    Ele abre a porta. Sua outra mão está fechada em um punho serrado. Está tenso, é palpável. Há uma carga elétrica. Desejo e ansiedade levitando em torno de nós dois. Isso também não mudou em nada com a distância o tempo que ficamos longe.
    — Até manhã, então — saio, não fujo, dele, de mim, de qualquer coisa que me coloque em risco de me quebrar outra vez.
    — Você vai voltar? —Aline sorri, sorriso a qual não acredito mais — Para me ajudar suponho. Pode ficar com a minha mesa, se é o caso.
    — Estou no lugar do Neil — Adam diz a ela de maneira rude — E Penelope ficará em meu lugar sempre que estiver ausente, naquela sala, da presidência. E quando eu estiver nós dois trabalharemos lá. Algum problema?
    — Não, senhor — Aline murcha como um pimentão estragado.
    Eu sorrio discretamente. É estranho que eu só tenha percebido alguns detalhes sobre ela quando estive longe, pensando friamente, e, tive muito tempo para pensar.
    — Até amanhã — respondo aos dois.
    Ele que lide com ela.
    Caminho até o elevador aliviada, mas ao mesmo tempo incompleta. Aliviado por ter conseguido lidar com tudo muito bem. Acho que posso fazer isso. Não houve hostilidade entre Adam e eu como temi inicialmente, podemos trabalhar civilizadamente. Talvez eu consiga introduzir Ben na vida dele lentamente, uma foto, alguns comentários sobre ele, uma visita inesperada de Juliene. Talvez eu esteja errada em mendigar um pouco de atenção, mas por meu filho, eu faço qualquer coisa.
    Chamo o elevador. Está certo, não é momento para orgulho.
    — Faço tudo por você Ben — sussurro baixinho, renovada de coragem.
    Quando eu me viro, Adam está ali. Seu olhar penetrante em. Um ar de pesar.
    — Obrigado por ter vindo, Penelope — ele finalmente fala.
    — Pelo Neil? — lembro-me do que ele disse no telefone — Pela Jenny?
    Ele me olha firmemente. Eu vejo em seus olhos brilho de quando ele disse a centenas de pessoas que me amava.
    — Por mim.
    Apoio contra o metal frio e pergunto quem me engana mais, minha cabeça que diz que estou vendo coisas ou meu coração que insiste em afirmar que nosso amor não tinha morrido como achei, ele apenas havia se encolhido para descansar, ganhar forças, voltar maior do que era antes.
    Qual dos dois eu devo dar voz.
    Então as portas do elevador se fecham.

    ****

    Obviamente eu recebi uma enxurrada de perguntas de Juliene quando cheguei. Primeiro eu disse que cuidaria do Ben. Depois de banhá-lo, dar de mamar e colocá-lo para dormir, sentamos na sala com ele no carrinho. Meus primos ficaram de enviar todas as coisas dele, como o berço, mas pedi que esperassem um pouco mais.  
    — Então? — Juliene já não aguenta mais esperar — Ele perguntou do menino?
    — Não.
    — Mas você falou sobre ele?
    — Não... — ela começa a protestar — Não diretamente. Eu disse que precisava trabalhar de manhã. Ben é mais calmo de manhã. Citei a irmã dele como exemplo, sabe, não sei como foi com as gêmeas. Ele parecia aéreo não prestou atenção no que eu disse ou só quis mudar logo de assunto, mas concordou com o horário. Então se para você não tiver problema.
    Ela faz uma careta engraçada.
    — Está brincado? Eu vou ensaiando com ele.
    — Ensaiando?
    — Test drive — ela sorri — Para os meus próprios bebês.
    Apesar de sorrir ela parece triste. Como posso ajudar minha prima nas questões do coração, se não consigo ajudar me ajudar.
    Os irmãos Crighton e o poder de arrasar os corações femininos.
    Então eu me dou conta que eu tenho um mini Crighton. Pela choradeira das enfermeiras quando fomos embora, não é preciso que ele chegue aos 18 anos para arrasar corações.
    — Meu pequeno Ben — seguro a mãozinha enluvada — Não herde isso do seu pai também.
    Embora eu não queira ver muitos corações partidos por causa dele, há pouca convicção em minha voz.


    55 comentários :

    1. Feliz ao abrir o blog e ver mais um capitulo postando.

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    2. Denovo ela não falou nada gzuizzzzzzzzz estou morrendo de ansiedade aqui.

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    3. Arrasou novamente....
      Essa Aline precisa ser desmascarada, eita mulher chata.....
      Rs

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    4. Ai mais essa Aline ninguém merece ela,sera q Adam não vai se tocar não tomara q fale com a irmã dele o que a penelope falo e vamos ver se ele põe o tico e teco pra funcionar ne kkkk

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      1. Este comentário foi removido pelo autor.

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      2. Creeedo, meu tablet tambem esta apaixonadas, haha...nao entendi sobre a irma do Adam...

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      3. Ela é mãe de Gêmeas, ela quis dizer que o Adam deve saber as dificuldades que ela passou.

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    5. Aline precisa morrer com o seu próprio veneno, é tão peçonhenta que o veneno dela vai mata-la.
      Assim espero que esse vudu morra tb

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    6. Bom saber que vc esta melhor. Parabens lindo capitulo..

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    7. Bom saber que vc esta melhor. Parabens lindo capitulo..

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    8. Otimo capítulo, que bom que melhorou

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    9. Acho q merecemos um bônus este final de semana!!!
      Pensa com carinho Beth ;**

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      1. Parabéns... Você realmente sabe como nos fazer feliz e ainda ficarmos com gostinho de quero mais... Lindo esse capitulo!!!

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    10. O reencontro foi muito bom, só não falo perfeito pq sempre quero o casal junto aos beijos. kkkkk
      Estou ansiosa pra conhecer a estória toda, como o Liam ficou sendo o pai. E como o Adam vai ficar com isso, pra ele será mais uma traição do irmão e pior com o amor da sua vida.
      Parabéns!!!! Andreza Viúde

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    11. Respostas
      1. kkkk visualizei vc esfregando as mãos e tudo

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    12. Capítulo maravilhoso!
      Amo demais tudo isso..bjos

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    13. Adam além de idiota é lento, aff, nem se tocou no que ela dizia. Amando perfeito.

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      1. Quer apostar que ele vai achar que Ben e o novo namorado da Penelope?

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    14. Muito bom esse capítulo!!!! A Penélope é super!!!!!!!

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    15. Meu Deus qual a dificuldade dessa mulher contar logo pro Adam q eles tem um filho? Ela deixa passar todas as oportunidades do mundo. Mas td bem, era uma entrevista de emprego, vou deixar passar....kkk
      Fora esse pequeno , enorme detalhe, eles se comportaram bem. Adorei o Adam colocando a Aline no lugar dela, quem mandou ser intrometida?
      Eu espero q ela conte logo, pq ele está sem saber de nada e não adianta jogar indiretas, pos ele não leio a bendita carta.

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    16. Meu deus o Adam tem que ler essa carta, e a Pê tem que contar tudo a ele, antes que a cobra da Aline junto com o canalha do Nathan apronte mais alguma safadeza, basta o que já fizeram, o Adam perdeu todo a gravidez da charmosa e não é justo perder e sofrer mais, adorei o fora que ele deus na cadela e a Pê tem que se ligar nessa bruxa. Nossa feliz o Liam e a Ju, amei.

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    17. "Num guento" como o Adam consegue ser tão cegonha do norte? Mas que homem lentoooooooooo meu Deus... e pensar que ele ainda vai chegar a brilhante conclusão que o irmão está de caso com a Pê e o pior, que o Ben é do Liam, que babaca jesus... E Pê tb poderia chegar sacudindo logo esse idiota e jogando a verdade na cara dele, pois se depender dele, essa carta nunca será lida, talvez no ultimo capítulo... Sei que essa lentidão toda é pra justificar certas coisas, mas fico agoniada Rsrs... Bethinha você está me enlouquecendo de ansiedade e isso tb é bom né... O livro só é bom quando desperta sentimentos loucos mesmo <3

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      1. kkkkk principalmente quando se lê aos picadinhos como vocês estão lendo.

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      2. Resumiu tudo aí Kkkkkkkk'
        O Adam ainda vai fazer essa grande mancada antes tomar um tapa da realidade '-' Já não aguento mais e isso está me dexando frustrada... Beth vamos brincar de revelar a verdade pró Adam ???

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    18. Ainda bem que tenho a estória do Neil e da Jenny para me guiar e saber quando essa agonia vai chegar ao fim Haha <3

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      1. Também estou me guiando por lá.

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      2. Também estou me guiando por lá.

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      3. Nossa eu também fico lendo as duas😍

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      4. Tudo doida e a culpa e da autora que esta cometendo leitoracidio (assassinato de leitoras) kkk com tanta crueldade com esses capitulos e principalmente a falta deles.. Ai Jesus espero que meu coraçao aguente ate o fim que a anciedade nao me consuma. Kkk

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    19. Este comentário foi removido pelo autor.

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    20. Senhor CADÊ o capitulo 47.... ansiosa

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    21. Este comentário foi removido pelo autor.

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    22. Doida pra ver o encontro do adam com o ben

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    23. Gente eu entro no blog de dois em dois minutos
      Não tenho mais unha

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    24. O pequeno Ben já está abalando corações *-* Quando teremos o encontro deles Beth ? E a carta, o que aconteceu com ela ? Aline seu projeto de merda, eu vou arrancar seus cabelos e rala sua cara no asfalto, sua égua com hérnia -.-'

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    25. Falta quantos capítulos, ansiosa para velo lós juntos!!!

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    26. Falta quantos capítulos, ansiosa para velo lós juntos!!!

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    27. Ben será quem irá juntar esses dois! Prevejo muito amor pela frente, adorei este reencontro.

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