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  • Além do amor - Capítulo 02

    I miss you - Haddaway - Dica Kelly Ketly <3

    Eu sei que se você pudesse me ouvir você
    Diria que sempre existem dois lados de uma mesma história
    Você está tão certa, aqui é meu eu descobri
    Eu não posso viver sem você

    Amar você foi fácil
    E ser verdadeiro foi difícil
    Uma, duas, muitas mentiras e você se foi
    Eu não queria enfrentar as coisas que eu fiz
    Eu pensei que eu estaria bem, mas eu estava errado

    Eu sinto sua falta, oh eu sinto sua falta
    Eu vou precisar de você mais e mais a cada dia
    Eu sinto sua falta, mais do que palavras podem dizer
    Mais do que palavras jamais poderão dizer

    Dizer que eu estou arrependido não é suficiente
    Eu preciso te mostrar o quanto eu mudei
    Esta sugestão está correta?Você pode votar ou sugerir uma melhor
    Porque garota se você pudesse ver o que eu estou passando

    Eu sinto sua falta... Eu sinto sua falta
    Eu vou precisar de você
    Eu sinto sua falta, mais do que palavras podem dizer

    Capítulo 2

    New York 31 de dezembro 2012

    Adam

    21h10

    Ajeito a gravata pela última vez na noite. Olho para espelho e tento reconhecer o homem refletido ali. É muito diferente do que eu convivi por longos anos. Não há mais a raiva reprimida nem o peso da culpa empurrando-o para escuridão. O homem que vejo é mais sereno, tranquilo e feliz.
    Não há mais a velha inquietação direcionando-o para a escuridão. Graças a um anjo de lindos olhos azuis que havia me resgatado daquele vazio que eu chamava de vida.
    — E aí, preparado?
    Atendo a ligação de Liam ainda com o sorriso idiota em meu rosto.
    — Eu poderia dizer que sim, se não temesse que ela me diga não — respondo ele ao sair do quarto.
    — Por que ela diria não? — diferente do habitual não havia humor em sua voz. — O que você fez dessa vez, Adam?
    — Por que acha que eu fiz alguma coisa?
    Coloco o telefone no viva voz e dou partida no carro.
    — Conheço você...
    — Eu não fiz nada — apresso em responder — Penélope teve uma experiência ruim sobre casamento... — faço uma pausa para respirar profundamente — Se casamento não for uma opção para ela?
    — Então mude isso — murmura Liam. — Você prometeu que eu seria o padrinho desse casamento. Sabe como fico quando não cumprem as promessas.
    — Liam?
    — O quê?
    — Cresça.
    Encerro a ligação com sua risada repercutindo no carro. Se Peter Pan não fosse um personagem antigo eu juraria que foi inspirado em Liam. Não, o personagem não me parece tão idiota.
    Rio da comparação absurda e volto a me concentrar na estrada. Estou a caminho da DET para festa de Ano Novo, dada por Neil. Toda minha família está seguindo para lá. Desejo que todos estejam presentes para quando fizer o pedido a Penélope. Não posso negar que estou nervoso. E se ela não quiser se casar comigo como tive certeza que sim a duas horas atrás?
    Provavelmente casamento é o desejo de 99% das mulheres, mas não quer dizer que com ela seja assim. Afinal, ela é linda, inteligente e possui um excelente emprego, ou seja, totalmente independente, somando isso, há a sua experiência ruim sobre a cerimônia.
    O que eu faria se a resposta ao pedido fosse não?
    Balanço a cabeça para afastar esses pensamentos ridículos, não é o momento para agir como um bebê chorão. Se tenho certeza de algo é o quanto ela me ama. Não importa qual seja sua resposta essa noite, pertencemos ao outro e isso é tudo o que realmente importa.
    Já estou mais tranquilo quando o som de mensagem interrompe meus pensamentos.
    Sorrio ao concluir que seja ela provavelmente inquieta com minha demora. Marcamos de nos ver na festa. Esse é o primeiro evento grandioso organizado por ela e esteve uma pilha de nervos nas últimas semanas, por mais que eu tenha tentado garantir que tudo daria certo. Penélope insistiu em acompanhar cada detalhe de perto.
    Assim que passo o sinal diminuo a velocidade para verificar a mensagem.
    Petrificado, desvio o olhar da foto segundos antes de perder o controle do carro...
    ****

    New York 2013


    Estou furioso.  Talvez um pouco mais do que isso. Eu tenho uma incontrolável vontade de esganar essa mulher.
    — O Dr. Crighton está aqui — ouço-a dizer ao telefone assim que chego a sua mesa — Sim Senhor.
    O sorriso ensaiado estampa seu rosto quando ela enfrenta o meu.
     — O Senhor pode entrar agora — murmura Penélope antes de focar seus olhos na tela do computador.
    Não terminamos ainda — murmuro contrariado.
    — Não é possível terminar o que nunca começou — diz ela ao pegar uma pasta em cima da mesa.
    Assisto-a caminhar altivamente em direção a sala de arquivos. Posso dizer que minha irritação apenas aumentou. Odeio quando ela usa frases que usei no passado com o único intuito de me aborrecer.
    Sigo para sala de Neil. Sei que se insistir em confrontá-la provavelmente farei e direi algo que nos afastará ainda mais.
    Ligo o meu automático. Neil a questiona sobre os avanços das investigações que estão acontecendo na empresa.
    Quando ele pergunta sobre as câmeras de segurança eu fico desconfortável.
      Estamos revendo as gravações dos últimos cinco meses, mas, não encontramos nada ainda.
    Na verdade pedi a Peter que analisasse as imagens muito antes disso e que ele apagasse qualquer coisa que pudesse constranger Penélope diante de Neil e outros funcionários. Até o momento eu não obtive nenhuma resposta dele.
    — Preciso de ajuda em outra coisa — diz ele.
    — Claro! O que é? — pergunto, intrigado.
    — Vou me divorciar de Sophia — declara Neil, impassível.
    Eu não poderia ficar mais pasmo e contente por ele, ao mesmo tempo. Sempre esperei que ele um dia se livrasse daquela bruxa, mas confesso que com o passar dos anos achei que isso jamais iria acontecer. Sophia é uma mulher fria e manipuladora. Ela sabe qual o ponto fraco de Neil — Anne. E sabe como usar a menina para alcançar seus objetivos.
    — Por essa eu não esperava — consigo dizer — Precisamos comemorar isso.
    — Não vai ser tão fácil assim. Sophia não me dará o divórcio — diz ele.
    — Cadela — urro sentindo vontade de esganar a maldita mulher com minhas próprias mãos.
    Ele me conta tudo; as ameaças que sua mulher havia feito e seu medo de perder a guarda da criança.
    Não posso negar que há essa possibilidade, mas Sophia leva uma vida desregrada que coloca não só a própria segurança em risco, como ameaçaria a de Anne, nenhum juiz com um pouco de coerência permitiria que a menina fosse entregue as mãos de uma louca.
    Explico a ele rapidamente todas as chances que temos para vencer essa guerra.
    Decidimos comemorar sua decisão em um novo restaurante que há na cidade. Pertence a uma amiga e soube que há uma nova cantora que vem recebendo grandes elogios dos frequentadores. Quem sabe um pouco de música e a excelente comida possam me acalmar um pouco. Estou terrivelmente propenso a ignorar as câmeras hoje e fazer o que desejo todos as noites. Invadir o apartamento de Penélope e...
     — Vamos? — indaga Neil me arrancando de meus pensamentos absurdos.
    — Sim.
    Enquanto Neil passa as últimas orientações para ela eu a observo atentamente. Nunca me canso de observar como é linda e como é capaz de mexer comigo como nenhuma outra.
    Ouço-a falar sobre a fita e como seu corpo fica tenso. Quero poder dizer a ela que ficará tudo bem, que eu já havia cuidado de tudo, que sempre estaria aqui para protegê-la mesmo ela não entendendo isso. Mas eu não posso, não sem levantar suspeitas de Neil. Mais tarde eu entrarei em contato com Peter e questioná-lo sobre seus avanços, então poderei deixá-la tranquila.

    ****

    O restaurante está cheio, reconheço algumas pessoas que vão me cumprimentando quando passamos por suas mesas. Somos recepcionados pelo solícito maître que nos conduz até a nossa mesa.
    — Sr. Durant — diz ele ao me reconhecer — Sr. Crigton. É um prazer recebê-los.
    Ocupamos nossos lugares e eu reinicio a conversa do escritório.
    — Sophia está jogando sujo, não é?
    A última notícia que soube dela, foi sua foto estampada na capa de um jornal local, relatando como o amor a família havia feito com que se livrasse dos vícios e, como está empenhada em voltar a ter um lar feliz com a filha e marido. Se eu não a conhecesse tão bem ficaria sensibilizado com sua luta para ter a família de volta, mas Sophia é tão ardilosa como uma serpente rastejante.
    — Você nem imagina — Neil solta um suspiro de resignação.
    Eu não gostaria de estar na pele dele. Pelo menos ele ainda não havia encontrado a mulher que o fizesse perder a cabeça, em que a segurança e felicidade estivesse acima de qualquer coisa, mesmo que isso significasse perdê-la. Ele não sabe como é amar alguém com todas as forças e ter que se manter afastado.
    — Tem saído com alguma mulher ultimamente? — indago — Não leve a mal, mas, se ela jogar a merda no ventilador, pode querer usar isso contra você.
     Ele parece pensar, vejo as rugas de preocupação se formarem em sua testa. Algo em sua expressão me incomoda.
    Antes que eu possa sondar o que está acontecendo, o garçom se aproxima de nós. Neil seleciona quiche Lorraine, salada e como acompanhamento uma garrafa de vinho Chapoutie. 
    — E o Senhor? — pergunta o garçom ao observar o menu  em minhas mãos.
    — Pode ser o mesmo — devolvo o menu a ele disposto a confrontar Neil em busca de algumas respostas.
    O fato de somente agora ele desejar se divorciar de Sophia é no mínimo curioso.
    Ajeito em minha cadeira tentando decifrar seu rosto em busca da melhor maneira de levantar o assunto. Neil não é o tipo de pessoa que abre seus sentimentos para qualquer pessoa, mesmo eu sendo um dos seus poucos e melhores amigos.
    A luz diminui, o ambiente passa a ficar intimista. Começo a me arrepender de ter insistido para que ficássemos próximo ao palco, manter uma conversa enquanto o show estiver acontecendo é praticamente impossível.
    O pianista toma o seu lugar ao piano, organiza suas partituras e logo a melodia começa a surgir.
    O garçom enche minha taça de vinho e aprecio o sabor ao mesmo tempo que a voz melodiosa da jovem na penumbra, cantando sua versão de One And Only da Adele começa a soar. Quando a iluminação muda e eu consigo enxergar o seu rosto, eu percebo que é uma jovem muito bonita, o som da sua voz combina perfeitamente com seus traços delicados. A sensação que tenho é que ela parece dedicar a música a alguém, talvez algum amor perdido.
    É impossível que meus pensamentos não sejam dirigidos a outra pessoa.
    — Nossa! — murmuro ao ver a imagem de Penélope sorrindo para mim — Ela é realmente linda.
    “Me dê mais uma chance...” Diz a música.
    Quantas chances a vida é capaz de dar a você? Quantas chances eu já tinha dispersado.
    “Ninguém é perfeito... Sei que não é fácil abrir mão do coração.”
    Eu já havia perdido o meu.
    — Obrigada — a mulher agradece em uma voz tímida, após ser ovacionada pela plateia.
    Música a música eu vou montando minha trilha sonora com Penélope. A última canção diz que quando um amor é forte e verdadeiro, vence qualquer barreira. É disso que minha esperança se alimenta.
     Não importa como... ela voltará para mim.
    — Linda apresentação, não? — encaro Neil que parece ainda mais distante.
    Na realidade seus olhos estão grudados no palco onde a mulher continua a apresentação.
    — Sim — ele sussurra.
    Intrigado pergunto sobre o trabalho, até mesmo cito a fita onde Penélope e eu demos nosso próprio show particular. Definitivamente, Neil não prestou atenção em nada do que eu disse a ele. Eu poderia ter dado uma procuração onde ele me passaria toda sua fortuna que ele sequer notaria.
    E se não fosse o fato de que ele nunca viu a mulher que parece o manter hipnotizado eu arriscaria dizer que seu interesse por ela é mais profundo do que ele mal consegue disfarçar.
    A apresentação acaba e vejo o gerente conduzindo a mulher pela escada. Enquanto eles passam de mesa em mesa eu provo a comida que haviam acabado de servir.
     — Não está com fome? — pergunto a Neil ao observar seu prato intocado.
    — Perdi a fome  — diz ele emburrado e eu não tenho a menor ideia do seu mau-humor.
    Sigo seu olhar e noto que ele olha para a mulher acompanhada do gerente. Ele mantém as mãos nas costas dela como se a estivesse amparando. Talvez eles sejam um casal, embora eu não veja nada nela que indique isso.
    Parece absurdo o que eu estou pensado, mas o que vejo é que, o introspectivo, frio e até então controlado Neil está com ciúmes da jovem que se aproxima da nossa mesa.
    É impressionante como a desgraça alheia de certa forma nos conforta. Eu posso viver no inferno, mas ele não parece diferente.
    — Linda, não é?
    Agora entendo Peter e Liam, o diabinho em meu ombro sente grande prazer em torturá-lo um pouco. Há algo acontecendo aqui.
    Neil bebe outro gole de vinho e parece querer me fulminar com os olhos.
    — Senhores — diz o gerente, agora diante de nós A senhorita Connor e eu queremos agradecer a sua presença essa noite.
    — Espero que estejam tendo uma  ótima noite.
    Ela é cega! Constato coberto de surpresa. Talvez tenha sido sua postura altiva e independente que tenha mascarado sua deficiência.
    Neil não parece chocado, na verdade, ele aparenta lidar tranquilamente com a situação.
    — Os Senhores Durant e Crighton são nossos clientes preferências.
    É claro que o gerente deve dizer isso a todos os clientes, mas o que me intrigou mesmo foi a reação da senhorita Conner com a menção dos nossos nomes.
    — É um prazer conhecê-los Senhores — ela sorri educadamente.
     — O prazer é todo nosso.
    Obviamente que eu recebi um olhar mortal vindo do meu amigo.
    A mensagem que eu vejo brilhando em seus olhos é: Afaste-se! Ela é minha.
    — Obrigada Senhor... — inicia ela.
    — Adam — murmuro com um sorriso amplo — Pode me chamar de Adam...
    — Não! — esbraveja Neil — Claro que a Srta. Connor não ficará confortável.
    Ela confirma o que ele diz e pede ao gerente para que continuem a falar com outras pessoas. Sinto que ela esteja querendo fugir. Neil parece querer acorrentá-la em nossa mesa.
    — Espere — seguro seu pulso e impeço que ela saia com tanta pressa — Fique com meu cartão. Se precisar de um amigo, um ombro amigo...
    — Chega! — ruje Neil batendo na mesa, totalmente fora de controle.
    Eu diria que nesse momento Neil está bem na linha do seu limite.
    A taça em cima da mesa desaba fazendo o vinho manchar a mesa e faria o mesmo com minha calça se eu não tivesse levantado a tempo.
    — Diabos... — murmuro assombrado — Neil!
    O gerente chama o garçom que se apavora em limpar a mesa. Alguns clientes nos encaram curiosos enquanto eu tento encaixar todas as peças desse quebra cabeça.
     — Temos que ir — murmura Neil.
    Observo-o sair com pressa. Parecia que demônios estão em seu encalço. Me despeço da jovem e corro para encontrá-lo a tempo.
    Vejo-o falando com seu motorista ao telefone.
    — Neil, o que aconteceu lá dentro?
    Ele parece encurralado.
    — Se eu não tivesse certeza que não conhece a moça, juraria que teve um ataque de ciúmes lá dentro.
    Ele suspira.
     — Você nao sabe de nada.
    Claro que não, imbecil. O que eu quero é entender. Se há algo além de uma mera atração física entre eles, eu preciso saber, afinal, ele irá enfrentar um difícil processo de divórcio brevemente.
    — Quer uma carona para casa? — indaga ele.
    — Neil, eu vim de carro, esqueceu? — pergunto impaciente Ainda me deve uma explicação.
    Somos interrompidos por seu motorista.
     — Explico depois, Adam.
    Depois de ficar parado na entrada  como um idiota sigo para o meu carro.
    ****
    A primeira coisa que faço ao entrar no apartamento que vem sendo minha residência nos últimos meses é seguir para a sala de vídeo onde estão as câmeras de vigilância. Esse passou a ser meu ritual de todos os dias.
    Sei que Penélope chegou em casa bem, o segurança responsável por ela havia dado o alerta minutos antes de eu chegar no restaurante.
    Seleciono a câmera em seu quarto. Apesar de ser mais cedo do que ela costuma dormir, encontro-a dormindo. A TV está ligada, mas não há nada passando. Concluo que tenha adormecido vendo alguns dos seus seriados.
    Toco o monitor desenhando seu corpo com as pontas dos meus dedos. É a única forma de carinho que posso proporcionar no momento.
    Saio da sala incomodado com as reações que ela, mesmo a distância, causa em mim.
    Tomo um banho frio. Irrequieto volto sala de vídeo. Volto a gravação no ponto que ela entra em casa. Para mim de certa forma é como se eu tivesse estado ali. Nós temos uma rotina, mesmo que ela não saiba.
    — Como foi o seu dia?
    "Estou cansada." — murmura ela como se respondesse a minha pergunta antes  de jogar a bolsa em um canto da sala.
    Não é sempre que acontece essa afinidade, mas momentos como esse são tão importantes como todos que já vivemos.
    Seguimos assim falando um com o outro nessa conexão inexplicável.
    Após ela colocar o CD no aparelho eu faço um close em seu rosto. Gosto de vê-la rir ou mesmo se emocionar com o que assiste.
    Os primeiros minutos Penélope parece inquieta. Suas mãos vão até o pescoço e ela demonstra estar incomodada com o que vê.
    Curioso mudo de câmera, essa está direcionada na TV.
    Puta merda!
    Os protagonistas na tela somos nós dois, transando na garagem da DET.
    Observo o filme retroceder. Retorno para gravação que me mostra Penélope.
    — Porra!
    Todo controle em mim desaparece como fumaça. Ela está dando prazer a si mesma enquanto nos observava no vídeo.
    Eu não tenho outra escolha além de fazer o mesmo.
    Nós dois, embora em momentos diferentes, separados pela distância não poderíamos estar mais unidos.







    30 comentários :

    1. Ótimo capítulo, ansiosa pela próxima quarta bjs!!

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    2. Adorei! Já estava ansiosa pelo capítulo. Não demore tanto! Bjs

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    3. Amando os capítulos. Mais triste vendo os dois separAdos :'(

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    4. O livro está maravilhoso.
      Fico muito triste com o sofrimento desse lindo casal. Andreza Viude

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    5. Que bom!!!! Capîtulo novo e incrível!!!

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    6. Esses 2 são os meus preferidos, sem dúvida!!! Não vejo a hora de acontecer a reconciliação deles....

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    7. Só rindo com esses dois!!! Imaginando quando ela descobrir sobre as câmeras no apê!!! Coitado de Adam!!! Bem que ela poderia dar um susto nele após descobri as câmeras, ciumento como é, chegaria ao apê dela em dois tempos!!!

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    8. Amei!!!! ;) Quando a Penélope descobrir as câmeras, coitado do Adam rsrsrs

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    9. Por que que tem que ser assim ..... o sofrencia!!!!

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    10. Parabéns só melhora a cada capítulo e aumenta a minha ansiedade!!! Bjs

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    11. Eeeeeeee esperem.. Se encontrem,se amem❤❤

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    12. Lindo, um pouco confuso, pois os acontecimentos estão se misturando, o pedido de nouvafonficou em suspense pois ele se acidentei, apareceu a Jenny. Tenho que prestar bastante atenção. Kkkkkkk. Parabéns.

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    13. Lindo, um pouco confuso, pois os acontecimentos estão se misturando, o pedido de nouvafonficou em suspense pois ele se acidentei, apareceu a Jenny. Tenho que prestar bastante atenção. Kkkkkkk. Parabéns.

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    14. Ai que lindo, revivi também quando o Neil estava no inicio do seu amor pela Jennifer. Amo tanto esse casal Adam e Charmosa, sofrendo com esta separação.

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    15. Agora sim tudo faz sentido, me deu saudade da Jenny e do Neil

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    16. Agora sim tudo faz sentido, me deu saudade da Jenny e do Neil

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    17. Agora os livros estão se misturando e olha q lindo.
      Ainda bem q li os primeiros livros a pouco tempo, então dá pra entender perfeitamente.
      Eu não gosto de v^-los sofrendo assim, autora tem dó do nosso casal, por favor?

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    18. Carambaaaaa!!!!.... que delícia, hein!?...

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    19. Adoreiiiiiiiii maravilhosa mais em cólicas esperando o próximo capítulo bjs

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    20. Aí meu Deus oh sofrimento esse adorando. Chega logoooo quarta feira por favorzinho com queijo ansiosa d+
      Bjus gartota VC e d++

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    21. Quanto sofrimento desnecessário ....triste e lindo esse amor

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    Obrigada por seu comentário. Volte sempre!

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