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  • Proibida Para Mim - Capitulo 2

    CAPÍTULO 2

    Chego em casa e me encaminho para verificar Anne. Ela dorme tranquilamente. Beijo-a na testa. Sigo para o banheiro e tiro minhas roupas. Preciso de um banho.
    Ligo o chuveiro e mal ele esquenta estou embaixo dele. Ponho minhas mãos na parede e deixo a água cair forte nas minhas costas. Alguma coisa naquela bela mulher me atraiu, tenho certeza. Como nenhuma outra mulher o fez. Mas não sou digno dela e mesmo que fosse, eu não devo.
    Tenho complicações e cicatrizes demais, quem vêm acompanhadas de muita obscuridade. Qualquer pessoa que se aproxima de mim, com certeza sai ferida. E aquela jovem parece ter problemas suficientes para si. Possuir uma cegueira é fácil se comparada à escuridão que meu mundo pode trazer. Comigo nunca haverá luz. O sol nunca brilhará.
    Desligo o chuveiro após ensaboar-me e lavar os cabelos. Pego uma toalha quente no toalheiro, passo sobre meu corpo rapidamente, envolvendo-a em minha cintura e sigo para o quarto. Confiro meu relógio e já se passou uma hora desde que falei com Peter. Verifico o celular, nenhuma ligação.
    Vou para a sala e decido me servir de uma dose de uísque enquanto espero por notícias. Ainda posso sentir aquele perfume. E aqueles olhos... Nunca mais os esquecerei. Ando de um lado pro outro na grande sala e o tempo parece não passar. Nenhuma notícia ainda. Sirvo-me de mais uma dose.
    Tomo quase que em um único gole e começo a ficar ansioso. Quanto tempo já se passou? Nenhuma notícia ainda. Será que ela chegou bem? Deveria ter ficado no Bronx e aguardado notícias de Peter. “Inferno! Estaria mais perto e agora estou em casa, longe e sem notícias!” Nunca me perdoarei se algo acontecer à ela. Deveria tê-la levado ao meu flat. Que estúpido que eu sou! Agora estou agoniado e de mãos atadas. “Maldito Peter que não liga!” Decido ligar para ele e exigir alguma notícia. Quando chego ao quarto para pegar o celular, ele toca. Atendo aliviado.
    – Peter! Você conseguiu o que eu te pedi? – pergunto apressado.
    – Hei, cara! Calma aí! Por que essa agonia? – ele diz zombeteiro.
    – Peter, você conseguiu o que te pedi ou não? Não brinque comigo. – digo furiosamente. Estou mais preocupado do que achei que estivesse.
    – Sim, sim. Consegui. - ele responde.
    – Então me passe o endereço. Um minuto, vou pegar uma caneta.- pego a caneta e um pedaço de papel. – Pronto, pode falar.
    Ele me passa o endereço, eu agradeço e desligo.
    Sigo para meu closet e rapidamente visto uma cueca boxer, uma calça jeans preta, uma camiseta também preta e um casaco cinza por cima. Desço as escadas rapidamente e chamo Calvin pelo interfone.
    – Sim, Sr. Neil. Algum problema? – ouço sua voz pelo interfone.
    – Não, mas preciso que você me leve a um lugar agora.
    – Prontamente, senhor. Aguardo-o na garagem. – ele desliga.
    Pego minha carteira e sigo para a garagem. Calvin me aguarda do lado de fora do carro com a porta aberta. Entro no carro calado. Ele dá a volta e senta-se à direção.
    – Algum lugar em especial, senhor? – ele pergunta dando ré no carro.
    Passo o endereço que anotei no papel para ele.
    – Vá o mais rápido que puder. – eu digo.
    Ele olha o endereço assentindo e pisa no acelerador.


    Já se passou meia hora quando Calvin finalmente estaciona em frente a um prédio velho, com a tintura desbotada e pedaços da mesma já caíram há muito tempo.
    – Você tem certeza de que é aqui, Calvin? – pergunto ao meu segurança e motorista.
    – Sim, senhor. – ele assente.
    Olho mais uma vez para o prédio a minha frente e me pergunto se devo verificar ou não se a garota está bem. Ela disse que os pais morreram, mas deve existir alguém para cuidar dela.
    – Inferno! – rujo completamente alheio ao Calvin que está ao meu lado de olhos arregalados. Não conseguirei voltar para casa sem saber se ela está aqui, em suposta segurança.
    O que os responsáveis por ela, se é que há algum, pensam morando em um lugar totalmente inseguro como este? Como podem deixa-la à mercê de todos os tipos de perigo? Conheço lugares como esse o suficiente para saber que é uma opção para vagabundos, drogados e prostitutas.
    Olho o prédio mais uma vez, vejo que o portão do prédio está aberto, indicando que o lugar realmente não é seguro. Possui três andares. Por um lado é bom, porque é pequeno. Por outro lado, vou ter relativo trabalho para encontrar seu apartamento. Terei que bater de porta em porta, fazendo papel de idiota, para perguntar se alguém a conhece e já passa da meia noite. Certamente uma garota como ela não passa despercebida.
    – Calvin. – ele me observa impassível. – Vou me encontrar com uma pessoa aqui. Vá para um lugar mais seguro e aguarde meu telefonema, não vou demorar.
    Ele assente e eu desço do carro.
    Entro no prédio e subo para o primeiro andar. Bato na primeira porta com certo nervosismo, não apenas pela hora, mas por não saber o quê ou quem vou encontrar. “Devo estar ficando completamente maluco!” Sair de porta em porta atrás de uma garota. Penso em desistir e então a porta se abre. Uma loira, seminua, vestindo um minúsculo lingerie e descabelada me olha de cima abaixo.
    – Entra, são sessenta dólares. – ela fala meio engrolado e segue para um sofá velho e encardido. Ela dá uma longa tragada em seu cigarro, olha pra mim novamente e diz. – Bem, pra você... – ela olha em direção a minha calça e dá um sorriso cínico. – Não cobraria nada.
    – Desculpe-me pela hora, senhora. – digo olhando dentro do minúsculo apartamento, vejo que há duas portas à esquerda e imagino se não vai sair dali um marido ciumento ou um cafetão. – Fico lisonjeado, mas não vim aqui para isso.
    – Eu não vendo drogas. – ela me corta. – Bem, não mais.
    – Estou procurando o apartamento de uma jovem que mora aqui. Mais ou menos dessa altura. – gesticulo mostrando com a mão. – Ruiva, de olhos azuis.
    – Gosta de ruivas? – ela debocha. – As loiras o traumatizaram? – ela caminha até mim e me puxa pela camisa. Sinto o cheiro forte de cigarro e bebida barata. – Eu posso curá-lo... – ela ronrona e desce a mão até o cós da minha calça.
    Se não fosse o cheiro fortíssimo do cigarro e das bebidas baratas, apenas a atitude vulgar já me causaria repulsa. Ao contrário de meu irmão que sempre se envolveu com as piores espécies de mulheres, eu sempre procurava mais do que um corpo e sexo barato. Não que fosse um romântico, não isso estava fora dos limites para mim. Eu buscava mulheres com mais cérebro do que corpo e que entendessem que eu não poderia oferecer mais do que uma noite quente. Sem dia seguinte.
    – Já disse que não estou atrás disso! – empurro-a. – Responda minha pergunta! – falo entre dentes.
    – Existem muitas garotas ruivas aqui. – ela dá de ombros.
    Rio ironicamente. Com certeza, não. Não como aquela garota, a sua garota.
    “Minha?” Inferno! Aquela garota não é minha. Aquilo está ficando realmente confuso.
    – Ela é cega. – disparo. – Você a conhece?
    A mulher faz uma cara de surpresa, mas mascara em seguida.
    – São sessenta dólares. – ela sorri esticando a mão. – Mesmo que não utilize o meu tempo, ele é precioso.
    Retiro uma nota de 100 dólares e entrego à loira.
    – Terceiro andar, apartamento 32 - ela diz guardando o dinheiro no sutiã. – Caso desista da ruiva, procure-me, ainda tem quarenta dólares de crédito. – ela sorri mostrando os dentes amarelados.
    Saio batendo a porta. Sinceramente, estou com vontade de esganar essa mulher. Como ela pode dar informações sobre a jovem para um desconhecido? Eu poderia ser um estuprador ou assassino. Definitivamente esse não é um lugar seguro para se viver, principalmente sendo tão indefesa. Subo as escadas com rapidez e com uma fúria latejante.
    Encaro a porta do primeiro apartamento após as escadas, vejo a marca do número um, mas posso ver o número três apagado na porta. O apartamento da jovem só poderia ser... penso andando lentamente para trás.
    – Inferno! – digo assustado.
    Ouço um gemido ao tropeçar em alguém.
    – Você não tem juízo, moça? Duas vezes, inferno, moça! – digo incrédulo.
    Encaro-a encolhida no chão e gemendo em frente ao seu apartamento.
    – Você? O que faz aqui? – ela pergunta com a voz ofegante.
    – Eu que pergunto! O que faz aqui, sozinha? Quase foi violentada há pouco! – digo bruscamente.
    – Assaltada! – ela me corrige.
    – Que seja. – esfrego as mãos no rosto. – E agora está dormindo aqui fora. Não deixaram você entrar?
    – A chave estava na minha bolsa. – ela diz contida.
    – Santo Deus! Iria passar a noite aqui fora? – olho para ela abismado. Claro que ela não tinha chave, sua bolsa fora roubada. Como ele pode ser tão estúpido? Deixou-a ir sozinha de táxi, sem bolsa e obviamente, sem chave. “Céus!” Sou um perfeito idiota!
    – Só até minha amiga chegar. – ela aponta o apartamento atrás dela.
    – Moça, você é dinamite pura. Afaste-se. – peço irritado.
    – O que vai fazer? - ela levanta e caminha em direção a minha voz e em vez de segurar meu braço toca em meu peito. Puxa a mão rapidamente e cambaleia para o lado com a respiração suspensa. Parece que levou um choque.
    – Abrir sua porta. – ajudo-a se equilibrar.
    – Não pode arrombar minha porta. – ela diz alto.
    – E deixá-la ainda mais vulnerável? Vou apenas abrir a porta. – digo tranquilizando-a.
    – Como? Com dons sobrenaturais? – ela diz ironicamente.
    “Petulante”, penso.
    – Dons, sim. Sobrenaturais, não. – acaricio seus cabelos. – Tem um grampo ou algo parecido? – pergunto.
    – Não. – ela enruga a testa. Mexo em sua blusa para retirar um pequeno broche.
    Ela fica em silêncio por alguns minutos, longos demais para o meu gosto. Quando ela vai protestar, escuto o clique da porta.
    – Pronto, entre. – digo.
    – Mas como...? – ela pergunta confusa.
    – Usei seu broche. Agora entre. – digo irritado.
    Vejo que ela fica insegura se deve me deixar entrar ou não. Francamente! Eu a salvei. Mas afinal, eu também a segui até sua casa. Bem, não exatamente segui, mas aqui estou eu e sou um estranho. Entendo sua reticência.
    – Não vou machucá-la – sussurro em seu ouvido fazendo com que ela dê um salto para trás se desequilibrando. – Peguei você...
    Seguro-a junto ao peito novamente. Posso sentir seu rosto, seu hálito quente, seu perfume almiscarado misturado a florais. Inspiro profundamente como para me assegurar de jamais esquecer aquele cheiro. Pego uma mecha solta de seu cabelo e coloco atrás de sua orelha. Minha mão involuntariamente desliza para sua bochecha e chega aos seus lábios.
    Meu coração bate rapidamente, parece que corri uma maratona inteira. “Santo Deus!" O que está acontecendo comigo? Sentimento de culpa por tê-la deixado sozinha, sim, é isso. Tento assegurar a mim mesmo.
    – Onde estão os responsáveis por você? – pergunto afastando-me dela abruptamente.
    – Quê? – ela toca os lábios onde os meus dedos estavam alguns segundos atrás.
    – Você não mora sozinha, nenhum juiz permitiria isso na sua idade. – digo inquisitivamente.
    – Minha idade? – ela repete confusa.
    – Quantos anos têm? Dezesseis, no máximo, dezessete? – afasto-me ainda mais dela.
    “Droga!”, o que estou fazendo? Mais alguns segundos e vou beijá-la. Que espécie de pervertido eu sou?
    – Tenho vinte e três! – ela empina o queixo. Em contrapartida, o meu cai.
    – Sério? – encaro-a surpreso. Parece mais jovem do que diz. – digo olhando para tamanha beleza. Talvez seja sua aura inocente. Sua pureza, sua delicadeza. – De qualquer forma, sabe que não pode morar sozinha nesse...
    Olho em volta, ao contrário do apartamento da prostituta loira, o pequeno apartamento dela é bem arrumado. Simples, mas bem arrumado. Perfumado também, essência de flores. Num canto perto da janela há um sofá usado. À esquerda, há um aparelho de som antigo em cima de uma caixa coberta por uma toalha. Um balcão divide o apartamento, mostrando uma cozinha americana. As paredes são brancas, sem quadros. Também não existe nenhum tapete ou televisão. Uma pequena mesa de dois lugares está paralela ao pequeno sofá, com um pequeno arranjo de flores em cima. Não há mais nada no pequeno cômodo.
    – O que faz aqui, senhor...? – ela diz trazendo-me para o presente.
    – Durant, Neil Durant. – estico a mão para ela, que fica parada no ar.
    “Droga!” Esqueço que ela é cega!
    – Qual seu nome? – pergunto.
    – Connor, Jennifer Connor, mas todos me chamam de Jenny. – ela responde.
    – Prefiro Jennifer, faz com que você pareça mais adulta. – digo sedutoramente.
    – Senhor, Durant! Não sei por que está aqui, mas estou realmente muito cansada. – diz ela petulantemente.
    – Quem cuida de você? Onde está o irresponsável? – digo com arrogância frisando irresponsável.
    – Ninguém cuida... – ela para abruptamente, como se quisesse esconder de mim informações. – Meu tio está trabalhando. – ela diz em dúvida.
    – Trabalha à noite? – as palavras estalando entre os meus dentes.
    – Até as nove... – responde.
    – Então ele está bem atrasado, já passa da meia noite, aliás, é quase uma hora e quinze da manhã. – digo.
    Ela caminha até o sofá e parece pensar no que vai dizer.
    – É que hoje ele faria horas extras. – justifica torcendo as mãos.
    “Mentirosa”. Penso comigo mesmo. Se existe uma coisa que eu sou capaz de saber é quando alguém mente. E com ela não é diferente. Ademais, não havia indicativos no apartamento que havia outra pessoa morando ali. Mas pensando bem, ela parece estar temerosa. “Ela não me conhece, porra!” Já é de madrugada, estou igual a um imbecil questionando uma garota que nunca vi na vida e no lugar dela eu já teria chamado a polícia!
    – Obrigada por me ajudar novamente, mas acho que já pode ir embora. – diz ela me expulsando.
    – Tudo bem. – suspiro. Ela está visivelmente cansada e pálida. – Tem certeza que vai ficar bem?
    – Sim. – ela diz baixinho.
    – Cuide-se e tranque a porta. – digo a ela.
    Antes de sair penso em dar-lhe um beijo, mesmo que casto, mas me contenho. Não quero que ela tenha medo de mim e ela já passou por poucas e boas hoje. Inspiro profundamente e relutantemente me despeço e saio do apartamento.
    Ao sair ouço-a passar o trinco pela parte interna da porta. Não que aquilo vá realmente impedir que alguém entre, mas me sinto aliviado.
    – Que loucura! – digo baixinho, quase num murmúrio.
    Passo as mãos nos cabelos, pego meu celular e me dirijo às escadas.


    – Calvin?
    – Sim, Sr. Durant. – ele atende prontamente.
    – Preciso que me faça um favor. – e digo a ele o que preciso.
    Observo o prédio enquanto aguardo Calvin chegar. Eu mesmo gostaria de ficar de guarda, mas não posso. Anne me espera em casa.
    Vejo Calvin virando na esquina. Quando ele para, desce do carro e deixa a porta aberta para mim.
    – Apartamento 32, Calvin. – digo.
    – Sim, senhor.
    – Telefone-me se algo acontecer. Não deixe ninguém entrar. – digo com firmeza.
    – Sim, senhor. – ele assente.
    – Amanhã cedo pegue um táxi e volte para casa. – digo e ligo o carro.
    Dirijo o mais rápido que as leis de trânsito permitem. Minha mente diz para eu retornar à casa dela, mas meu coração diz que devo voltar pra casa. Anne me espera. Não tinha intenção de chegar em casa tão tarde. Terei que explicar amanhã cedo, ou seja, hoje, mais tarde e espero que ela não esteja acordada.
    Ontem foi um dia difícil, primeiro descobri que meu projeto mais importante havia sido entregue a um dos meus rivais. Por sorte, o projeto ainda estava em fase de aprimoramento, mas eu tinha que saber quem foi o maldito informante. Depois dessa longa espera no café e ele não apareceu. E por fim, aquele anjo sendo atacado por um homem. Será que ela o conhece? Ainda estou intrigado com isso.
    Volto à manhã daquele dia... Antes que eu pudesse reunir minha equipe recebi uma ligação de Peter. Havia muitas coisas a serem resolvidas na empresa e o dia passou vagarosamente, como ocorre, em geral, quando se está esperando por alguma coisa. Assim que o relógio marcou sete horas da noite saí apressadamente. Esperava por aquele encontro há anos. Esperei por horas naquele café até que me conformei de que a pessoa que iria encontrar não viria. Então decidi ligar para Peter e volto ao momento daquele telefonema.
    – Você tem certeza que é nesse bairro, Peter? – perguntei ao meu investigador e amigo.
    – Absoluta! Eu não entendo por que ele não apareceu. – ele respondeu resignado.
    – Certo, Peter, continue investigando. – encerrei a ligação frustrado.
    Embora eu soubesse que era apenas uma pista, nunca senti que estava tão perto. Meus instintos nunca falharam e algo me dizia que estava muito próximo. Entretanto, ele não veio. Porque não viria? Realmente não entendo.
    Meia hora depois digito o código de segurança, sigo para garagem e estaciono o carro. Já são mais de duas da manhã.
    A casa está silenciosa, passo pela sala e pego o elevador. Normalmente utilizo as escadas, mas estou realmente muito cansado esta noite.
    Abro a porta e entro no quarto silenciosamente. Anne ainda está dormindo tranquilamente, dou um pequeno beijo em sua testa. Fecho a porta e sigo para o outro quarto. Amanhã darei todas as explicações possíveis.
    Tiro o casaco e a camisa. Tiro a calça e fico apenas com a cueca boxer. Jogo-me na cama. Meus dedos ainda formigam pelo toque naqueles cabelos e lábios macios. Meu último pensamento é como deve ser beijá-los.


    8 comentários :

    1. Como não amar esse homem. Ler tudo novamente rsrsrsrs #tudodebompontocompontobr

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    2. Comecei a agora, mas ja estou apaixonada!!!!

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    3. Onde posso comprar o livro?...e parabens pelo blog!!!!!

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    4. Gostaria de comprar o livrohttp://carros.mercadolivre.com.br/caminhonete-ranger_13-COMBUS_13-COMBUS-DIESEL

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