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  • Ainda há esperança - Capitulo 2


    Dois anos depois

    Caroline adorava esse lugar. Foi nessa sorveteria que passou bons momentos com sua família, divertidas tardes com Ryan e que o viu pela última vez antes de ir para Europa. Não teve coragem de ir até o aeroporto vê-lo partir. Queria guardar o sorriso dele e a forma carinhosa que a olhava quando dividiram mais pote do seu sorvete favorito.
      Foram tantos momentos especiais vividos ali. Lembranças que Stacy manchava enchendo o coração dela, já destruído pela morte de sua mãe, com suas insinuações venenosas.
    — Já tem meses que sua mãe partiu Caroline — disse Stacy, com tão pouco sentimento na voz quem para ouvisse, parecia que Olivia tinha feito uma viagem qualquer e não deixado todos eles para sempre — Você tem que começar a superar isso.
    Ela tentava superar. Carol tentava ser forte todos os dias porque tinha prometido isso a sua mãe quando a viu e abraçou pela última vez. Até mesmo só chorava em seu quarto, sozinha, a noite, para não preocupar o pai, visivelmente abalado e seu irmão Michael, que parecia mais perdido que todos eles. Foi a fragilidade deles que deu espaço e oportunidade para que Stacy voltasse a se aproximar.
    — A minha mãe morreu Stacy — sempre que admitia isso, o coração se partia um pouco mais — Não foi passar o fim de semana no Spa como a sua.
    — Eu pareço dura? Mas alguém precisa dizer a verdade. Olivia morreu, mas você continua viva. Não pode se tornar um fardo para o Max e Michael.
    As palavras duras tiveram exatamente o efeito que Stacy secretamente vinha desejando. Deixou a menina perdida e solitária, insegura.
    — Eu acho que é seu dever pensar melhor sobre o colégio interno — continuou ela e deu um longo gole em seu suco natural para que a menina absorvesse com calma sua sugestão — Aquele garoto que você vivia no pé. Foi estudar fora não foi?

    Ainda há esperanças - Capítulo 1




    Para quem leu a série Recomeçar, conheceu a Caroline Hunter.
    Bom, esse é o livro dela. Espero que gostem.


    Capítulo 1



    9 anos antes

    Eles estavam brigando de novo. Já era a terceira vez naquela semana. E por mais que seu pai dissesse que não era por causa dele, Ryan sabia que tinha participação em cada discussão que o casal tinha. E sentia impotência por nunca ter conseguido chegar ao coração de sua mãe adotiva. E ele havia tentado muito.
    — Você tem que parar com isso Laura — ouviu seu papai exasperar com ela — Essa obsessão não é saudável e a deixará maluca.
    — Esquecer? — Ryan se afastou da porta onde observava tudo, quando Laura passou em frente a ele, caminhando agitada em direção ao marido — Obsessão? Você chama a busca pela minha filha de obsessão?
    — Ela também era minha filha.
    — Mas fui eu que a carreguei nove meses em meu ventre, senti seus movimentos, se emocionou quando ela chutou pela primeira vez. Fui eu que a segurei em meu peito enquanto amamentava — Ryan apoiou as costas contra a parede, fechando os olhos, o discurso doloroso de Laura chegando a seus ouvidos — Eu que senti naquele maldito dia que algo estava errado e insistiu para não sairmos. Sou eu que não durmo quase todas as noites pensando e chorando pelo bebezinho que arrancaram dos meus braços.
    Ele ouviu a mesma história desde que era um menino chegando a aquela casa. Não havia um dia ou uma oportunidade que Laura deixasse de falar ou lamentar sua filha perdida. Ryan também havia perdido alguém que a amava. A sua mãe, cuja morte foi provocada pelo próprio marido, agora cumprindo pena em um presidio estadual.
    — E nunca, enquanto viver, eu esquecerei ou deixarei de procurar minha filha.
    — Mas você é muito boa em esquecer — acusou Nicholas, cego pela raiva, que quando passasse o faria se arrepender das palavras duras — Esquece todos os dias que tem um marido e esquece que temos um filho. Um filho vivo.
    — Abri minha casa para ele — disse ela em um tom amargo — Demos  um lar, uma escola excelente e tudo o que pudesse necessitar. Mas nunca vou poder colocá-lo em meu coração no lugar de Rebecca como você fez.

    Por que sumi?

    Boa noite pessoal.

    Sei que sumi bem no processo de publicar do Agente.
    Aconteceram muitas coisas em minha vida, inclusive a minha volta ao Wattpad, que desde que deixei a primeira vez, vi que não mudou muita coisa.
    Infelizmente continua-se achar lá, pessoas que não respeitam o trabalho e as autoras. Estou sendo muito sincera com vocês como sempre, correndo o risco de ser chamada de "grosseira" e "depressiva" como fui.
    Mas sinceridade é um carma que decidimos carregar ou não, e eu sempre optei pela verdade.
    Esse meio literário por muitas vezes é muito difícil de lidar e as vezes precisa de uma estrutura emocional que admito, não sei se possuo. Não há incentivos, além dos leitores, a panelinha e brigas desnecessárias predominam, além de milhares de outras coisas, que como autores, nos faz pensar em desistir. Eu por muitas vezes pensei em parar. Não é fácil, só quem luta diariamente por um sonho sabe como é cair e levantar todos os dias. Mas eu amo escrever e continuarei a fazer isso, nem que seja para mim.
    Contudo, confesso que ando sem energia e paciência para aturar algumas coisas, sabe. Eu uso um computador para falar com as pessoas, mas não sou uma máquina, tenho sentimentos e me magoo como qualquer pessoa.
    Um dos motivos que me levou parar de postar aqui foi que as pessoas estavam lendo mais no wattpad e estava sendo corrido para mim ter que postar lá e aqui. Confesso que ainda estou com meus horários bem complicados, trabalhando fora e escrevendo 3 livros ao mesmo tempo.
    Então gostaria de saber de vocês se estão interessados em ler a historia da Caroline da Serie Recomeçar. Se houver público e engajamento, prometo me dedicar a postar os capítulos semanalmente até o fim, excluindo epilogo e extras, esses são exclusivo para Amazon.
    Então é isso, espero que me perdoem pela ausência.
    Bjos!!!


    O agente - Capítulo 10 e 11


    Capítulo 10


    Gisele Alencar

    Eu tive uma noite infernal, mas a pior parte já havia passado, pelo menos assim, eu acreditei. Encontrei minha mãe consciente em seu quarto de hospital. Ela alegou firmemente que só tinha exagerado nos comprimidos e não teve a intenção de se suicidar, preferi acreditar que ela dizia a verdade.
    Fizeram uma lavagem estomacal e o médico preferiu deixá-la em observação pelo resto da noite. Saímos bem cedo do hospital, pois mamãe alegava não suportar nem mais um minuto ali. Liguei para Rosana e pedi que nosso motorista viesse nos buscar. Ela nos esperava na porta e com um leve movimento de cabeça, respondeu a minha pergunta silenciosa se meu pai tinha retornado as ligações dela.
    Eu tinha ligado da recepção do hospital porque na presa de sair de casa, esqueci novamente o carregador do celular. Assim como Rosana, minhas tentativas de falar com papai foram frustradas.
    Onde ele teria se enfiado? Ou o pior. O que estava fazendo e com quem?
    — O Pedro irá te levar para o quarto — informo a minha mãe, assim que o motorista a tira da cadeira de rodas — Rosana deixou tudo preparado para recebê-la.

    O Preço de um amor

    Book trailer - Seduzida

    BookTrailer Proibida